O espaço que a obra Frankenstein (1831) ocupa no filme biográfico Mary Shelley (2017): um ato socialmente simbólico

dc.contributor.advisor1Ferreira, Carla Alexandra
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5522506928191940
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2706-5766
dc.contributor.authorSantos, Sandra Mendonça Soares dos
dc.contributor.authorlatteshttps://lattes.cnpq.br/2708948649947470
dc.contributor.refereeRodrigues, Raquel Terezinha
dc.contributor.refereeGomes, Izaquiel Mateus Macedo
dc.contributor.refereeLatteshttp://lattes.cnpq.br/2468134516070432
dc.contributor.refereeLatteshttp://lattes.cnpq.br/7087622691252971
dc.contributor.refereeorcidhttps://orcid.org/0000-0002-2383-8813
dc.contributor.refereeorcidhttps://orcid.org/0000-0002-5028-8001
dc.date.accessioned2025-11-18T17:26:41Z
dc.date.issued2025-09-10
dc.description.abstractThis dissertation aims to investigate the transcreation of the film Mary Shelley, directed by Haifaa al Mansour and written by Emma Jensen, by considering biographical and literary aspects to examine the space that Mary Shelley's poetics occupies in the cinematic narrative. In the biopic, the filmmaker transcreates the life of the author, suggesting that elements of her experience as a woman in a nineteenth century patriarchal society are represented in the main characters of her novel. Thus, moments from Mary Shelley's life are intertwined with the narrative of Frankenstein. Based on the concept of transcreation proposed by Haroldo de Campos and the sociological criticism developed by Fredric Jameson, this study analyzes how the filmmaker engages with the novel and, through transcreation, what she chooses to omit—since every formal choice is revealing. The filmic reading is, to some extent, semantically expanded, as Jameson (1992) suggests, going beyond the manifested content to reach a more advanced horizon of interpretation that aligns with a feminist critique of the novel. However, other aspects remain unexplored, perhaps due to limitations imposed by the filmmaker’s background or the socio-historical context of her time. Therefore, a deeper analysis of Mary Shelley's life and work will be carried out in order to understand why the filmmaker does not advance to a third horizon of interpretation, and how the consciousness developed by the novelist in the nineteenth century has traveled through time and space to reach a filmmaker who, in many ways, faces the same challenges in the twenty-first century.eng
dc.description.resumoEsta dissertação tem como objetivo investigar a transcriação do filme Mary Shelley, dirigido por Haifaa al-Mansour e roteirizado por Emma Jensen, considerando aspectos biográficos e literários para examinar qual espaço a poética de Mary Shelley ocupa na obra cinematográfica. No filme biográfico (biopic), a cineasta transcria a vida da autora, sugerindo que elementos de sua experiência como mulher em uma sociedade patriarcal do século XIX estão representados nas personagens principais de seu romance. Assim, momentos da vida de Mary Shelley são mesclados à narrativa de Frankenstein. Partindo do conceito de transcriação proposto por Haroldo de Campos e da crítica sociológica de Fredric Jameson, pretende-se analisar como a cineasta dialoga com o romance e, ao transcriar, o que ela escolhe omitir — já que cada escolha formal é reveladora. A leitura fílmica é, até certo ponto, semanticamente ampliada, como propõe Jameson (1992), ultrapassando o conteúdo manifesto e alcançando um horizonte mais avançado de leitura, aproximando-se de uma crítica feminista da obra. No entanto, observa-se que outros aspectos não foram explorados, possivelmente por limitações impostas por sua origem ou por fatores sócio-históricos de sua época. Dessa forma, uma análise aprofundada da vida e da obra de Mary Shelley será realizada, a fim de compreender por que a cineasta opta por não avançar para um terceiro horizonte de leitura e como a consciência desenvolvida pela romancista no século XIX atravessou o tempo e o espaço, alcançando uma cineasta que, de certa forma, enfrenta os mesmos desafios que a autora enfrentou no século XXI.por
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.identifier.citationSANTOS, Sandra Mendonça Soares dos. O espaço que a obra Frankenstein (1831) ocupa no filme biográfico Mary Shelley (2017): um ato socialmente simbólico. 2025. Dissertação (Mestrado em Estudos de Literatura) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/23064.por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14289/23064
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos
dc.publisher.addressCampus São Carlos
dc.publisher.initialsUFSCar
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos de Literatura - PPGLit
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectFrankensteinpor
dc.subjectMary Shelleypor
dc.subjectFilme biográficopor
dc.subjectHaifaa al-Mansourpor
dc.subjectFredric Jamesonpor
dc.subjectTranscriaçãopor
dc.subjectHaroldo de Campospor
dc.subjectBiopiceng
dc.subjectTranscreationeng
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA COMPARADA
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNAS
dc.subject.ods4. Educação de Qualidade
dc.titleO espaço que a obra Frankenstein (1831) ocupa no filme biográfico Mary Shelley (2017): um ato socialmente simbólicopor
dc.title.alternativeThe space that the novel Frankenstein (1831) occupies in the biographical film Mary Shelley (2017): a socially symbolic acteng
dc.typeDissertação

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