Elefantes, instituições e ciência nas fraturas coloniais

dc.contributor.advisor1Vianna, Anna Catarina Morawska
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2245801371286766por
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6407-7854por
dc.contributor.authorCampos, Ana Cecília Oliveira
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/5760944010607913por
dc.contributor.authororcidhttps://orcid.org/0000-0003-4058-2482por
dc.date.accessioned2024-10-14T12:26:19Z
dc.date.available2024-10-14T12:26:19Z
dc.date.issued2024-02-23
dc.description.abstractThis dissertation is an ethnography of the relationship between humans and elephants, focusing on the intertwining of environmental and colonial issues. The research describes four different contexts: the first sanctuary for elephants in South America, a National Park in Mozambique, a zoo in Argentina and a zoo in Brazil. The ethnographic strategy was to follow elephants in their movements along sanctuary and zoo fences, in scientific articles, in institutional and legal documents and in the reports of interlocutors who consider elephants as companion species. On the one hand, these different materials show multispecies assemblies in which keepers, veterinarians, lawyers, institutions and donors come together around elephants and their life stories. On the other hand, it explains the historical relationship between elephants as a symbol of colonial triumph, which is seen both in the relationship between zoos and the colonial trade in exotic species and in the behavior of herds that still deal with the traumatic memories of hunting. Highlighting this intertwining has the political importance of situating multispecies ethnographies not only in relation to the plantationcene, but also in relation to the theme of raciality as a historical referent of multispecies relations and as a potential tool for rethinking engagements in anthropological practice.eng
dc.description.resumoEsta tese é uma etnografia da relação entre humanos e elefantes que tem como foco o entrelaçamento de questões ambientais e coloniais. Para isso, descreve quatro contextos diferentes: o primeiro santuário para elefantes da América do Sul, um Parque Nacional em Moçambique, um zoológico na Argentina e um zoológico no Brasil. A estratégia etnográfica foi seguir elefantes em seus movimentos ao longo de cercas de santuários e zoológicos, em artigos científicos, em documentos institucionais e jurídicos e nos relatos de interlocutores que têm elefantes como espécies companheiras. De um lado, esses diferentes materiais mostram assembleias multiespécies em que tratadores, veterinários, advogados, instituições e doadores se associam em torno de elefantes e suas histórias de vida. Por outro lado, explicita a histórica relação entre elefantes como símbolo do triunfo colonial, o que se vê tanto na relação entre zoológicos e o comércio colonial de espécies exóticas quanto no comportamento de manadas que ainda lidam com as traumáticas memórias da caça. Evidenciar esse imbricamento tem a importância política de situar etnografias multiespécies não apenas em discussões sobre o plantationceno, mas também frente ao tema da racialidade como referente histórico das relações multiespécies e como potente para repensar engajamentos na prática antropológica.por
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)por
dc.description.sponsorshipIdProcesso 2019/07570-3 Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Processo 88882.426821/2019-01 - Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Superior (CAPES)por
dc.identifier.citationCAMPOS, Ana Cecília Oliveira. Elefantes, instituições e ciência nas fraturas coloniais. 2024. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/20790.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/20790
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.publisher.addressCampus São Carlospor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia Social - PPGASpor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectElefantespor
dc.subjectEtnografia multiespéciepor
dc.subjectESCTpor
dc.subjectSantuáriospor
dc.subjectZoológicospor
dc.subjectZooseng
dc.subjectColonialismopor
dc.subjectColonialismeng
dc.subjectElephantseng
dc.subjectSanctuarieseng
dc.subjectSocial studies of scienceeng
dc.subjectMultispecies ethnographyeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIA::ANTROPOLOGIA URBANApor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIA::TEORIA ANTROPOLOGICApor
dc.titleElefantes, instituições e ciência nas fraturas coloniaispor
dc.title.alternativeElephants, institutions and science in colonial fractureseng
dc.typeTesepor

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