Política de línguas no Mercosul: o embate/relação entre o português, o espanhol e o guarani como línguas oficiais do bloco

dc.contributor.advisor1Silva, Soeli Maria Schreiber da
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8794598988783452por
dc.contributor.authorSilva, Tânia Mara da
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/5809579658012683por
dc.date.accessioned2024-11-26T11:12:20Z
dc.date.available2024-11-26T11:12:20Z
dc.date.issued2010-02-22
dc.description.abstractEste estudio titulado Política Lingüística en el Mercosur: El choque / relación entre el español, el guaraní y el portugués como idiomas oficiales del bloque es un intento de realizar un estudio dentro de un enfoque enunciativo y histórico del lenguaje. Esta perspectiva de trabajo se eleva desde el decreto de diciembre de 2006, que incluyó el guaraní como idioma oficial del Mercosur (Mercado Común del Sur),así como el portugués y español. En esta propuesta de investigación nos proponemos reflexionar, dentro de una perspectiva de la Semântica do Acontecimento desarrollada principalmente por Guimarães (2005), acerca de cómo las lenguas se ven afectadas en su funcionamiento. Para ello traeremos brevemente, para esta discusión el concepto de la globalización y sus bordes, y también algunos conceptos utilizados en la Semântica do Acontecimento, como espacio de enunciación, político, y otros. Nosotros entendemos que hoy nuestra sociedad se organiza a través de un nuevo orden, este fue llamado por muchos como globalización. Percibido como la creciente interdependencia de los pueblos y países del mundo, en términos de integración económica, social, cultural y política. El mundo, entonces, empieza a organizarse de modo distinto, en medio a la tensión entre la centralidad del Estado y la fuerza de la que ahora se llama, en bloques. Elegimos aquí estudiar cómo este nuevo diseño político, llamado globalización, ha afectado a las políticas lingüísticas, que ahora superan la barrera de los estados-nación, y empiezan a funcionar en los llamados bloques económicos. Para ello, hacemos hincapié en el personaje principal de este nuevo espacio de enunciación: los idiomas oficiales. Por lo tanto, nuestra pregunta se centra en el papel de las lenguas oficiales del Mercosur. Y como se organiza este nuevo espacio de enunciación. De acuerdo con Guimarães (2006), entendemos la lengua oficial como la que es obligatoria en las acciones formales del Estado y en sus instrumentos jurídicos. Y el espacio de enunciación como la forma en que se distribuyen las lenguas. Con respecto al guaraní en los procedimientos legales tiene los mismos derechos y deberes de una lengua oficial, así como el portugués y español. Sin embargo, fuera del estatuto jurídico, vemos que no es interpretado como un idioma oficial. Por lo tanto, tratamos de mostrar que la distribución de los idiomas oficiales en el espacio de enunciación del Mercosur está marcado por una diferencia políticamente construida. Para aclarar este punto nosotros utilizaremos del concepto de político de Guimarães (2002), que se caracteriza precisamente por su carácter de desigualdad entre una normatividad y lo real.spa
dc.description.resumoO presente trabalho intitulado de Política de Línguas no Mercosul: O embate /relação entre o Espanhol, o Português e o Guarani como línguas oficiais do bloco surge como uma tentativa de realizar um estudo no interior de uma concepção enunciativa e histórica da linguagem. Essa perspectiva de trabalho nasce a partir do decreto de dezembro de 2006, que inseriu o Guarani como uma das línguas oficiais do Mercosul (Mercado Comum do Sul), assim como, o Português e o Espanhol. Na presente proposta de pesquisa propomo-nos refletir dentro de uma perspectiva da Semântica do Acontecimento desenvolvida, sobretudo, por Guimarães (2005), sobre o modo como as línguas são afetadas no seu funcionamento. Para isso traremos, brevemente, para essa discussão o conceito de globalização e suas arestas, como também, conceitos trabalhados no interior da Semântica do Acontecimento, como: político, espaço de enunciação, e outros. Compreendemos que há tempos nossa sociedade vem se organizando por meio de uma nova ordem, esta, foi chamada por muitos de globalização. Entendida, como o crescimento da interdependência de povos e países do mundo, no que tange aos processos de integração econômica, social, cultural, e política. O mundo, então, passa a organizar-se, diferentemente, numa tensão entre a centralidade do Estado e a força do que hoje chamamos por blocos. Optamos, aqui, por visualizar como esse novo desenho político, chamado de globalização, tem afetado as políticas linguísticas, que agora ultrapassam a barreira do Estado nacional, para adentrar no plano dos chamados blocos econômicos. Para isso, enfatizaremos o personagem principal nesse novo espaço de enunciação: as línguas oficiais. Assim, nossa pergunta incide sobre o papel das línguas oficiais em relação no Mercosul. E neste plano, como é organizado esse novo espaço de enunciação. Segundo Guimarães (2006), entendemos língua oficial como: aquela que é obrigatória nas ações formais do Estado, e nos seus atos legais. E o espaço de enunciação como o modo pelo qual as línguas são distribuídas. No que tange aos processos jurídicos o guarani goza dos mesmos deveres e direitos de uma língua oficial, assim como, o português e o espanhol. Contudo, no pulsar de seu funcionamento, vemos que a mesma constitui-se como língua oficial apenas no estatuto jurídico, mas que, verdadeiramente, não é posta igualitariamente nesse plano. Desse modo, buscamos mostrar que a distribuição das línguas oficiais no espaço de enunciação do Mercosul é marcada por uma desigualdade politicamente construída. Para aclarar essa questão utilizar-nos-emos do conceito de político de Guimarães (2002), cujo político caracteriza-se, justamente, por seu caráter de desigualdade entre uma normatividade e o real.por
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.identifier.citationSILVA, Tânia Mara da. Política de línguas no Mercosul: o embate/relação entre o português, o espanhol e o guarani como línguas oficiais do bloco. 2010. Dissertação (Mestrado em Linguística) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2010. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/21060.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/21060
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.publisher.addressCampus São Carlospor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Linguística - PPGLpor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectEspaço de enunciaçãopor
dc.subjectLíngua-oficialpor
dc.subjectMercosulpor
dc.subjectPolítica de línguaspor
dc.subjectPolíticopor
dc.subjectEspacio de enunciaciónspa
dc.subjectLengua oficialspa
dc.subjectMercosurspa
dc.subjectPolítica de lenguasspa
dc.subjectPolíticospa
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA::TEORIA E ANALISE LINGUISTICApor
dc.titlePolítica de línguas no Mercosul: o embate/relação entre o português, o espanhol e o guarani como línguas oficiais do blocopor
dc.title.alternativePolítica lingüística en el Mercosur: el choque / relación entre el español, el guaraní y el portugués como idiomas oficiales del bloquespa
dc.typeDissertaçãopor

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