Para as coisas que não são por não terem cabimento: alegorias para o amor em Febre do Rato

dc.contributor.advisor1Costa, Alan Victor Pimenta de Almeida Pales
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5414466437997230
dc.contributor.authorDuran, Gisele Caroline Ruiz
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/1268808079256781
dc.contributor.refereeCruz, Ana Cristina Juvenal da
dc.contributor.refereeRomaguera, Alda Regina Tognini
dc.contributor.refereeMarin, Andreia Aparecida
dc.contributor.refereeCoppola , Gabriela
dc.contributor.refereeLatteshttp://lattes.cnpq.br/6736396213946663
dc.contributor.refereeLatteshttp://lattes.cnpq.br/5251610435550864
dc.contributor.refereeLatteshttp://lattes.cnpq.br/9187188530406620
dc.contributor.refereeLatteshttps://lattes.cnpq.br/3184551725740389
dc.date.accessioned2025-11-24T19:44:05Z
dc.date.issued2025-10-15
dc.description.abstractCette recherche vise à travailler avec les images du film « Febre do Rato » de Cláudio Assis en utilisant la méthode du montage, en opérant avec les allégories de Walter Benjamin sur la table de travail de Didi Huberman. La fièvre des rats qui affecte le poète Zizo est convoquée comme une manière pulsante d'opérer dans les lacunes et l'agitation de l'œuvre, en produisant des dissonances, des relations intimes et secrètes entre les fragments, en cherchant une actualisation de l'image, une fabrication intentionnelle de significations basées sur les correspondances entre les images. À partir de cette proposition, nous voulons inventer l'amour à partir d'un regard inquiet sur les images cinématographiques, la poésie, le montage, l'écriture, en créant des rencontres possibles et impossibles entre le film et les écrits, les images, les pensées, les fragments, dans une expérimentation itinérante, corporelle, affective et inventive de nouvelles façons d'habiter le monde. En ce sens, nous proposons d'élargir le travail de production cinématographique et académique, d'extraire les images et les concepts eux-mêmes de l'enchevêtrement institutionnel auquel ils sont attachés, d'aller au-delà des principes techniques, des connaissances spécialisées, des significations produites sur les images et d'opérer dans les interstices, de produire une connaissance abyssale, d'être abyssé par elles. En invoquant la pédagogie inquiète, il s'agit de désapprendre, c'est-à-dire de rejeter les préceptes autoritaires de la manière coloniale de voir et de savoir de la pédagogie traditionnelle, qui s'impose comme la seule manière de faire circuler et de produire des connaissances, en (ré)inventant de nouvelles possibilités.fre
dc.description.resumoEssa pesquisa se propõe a trabalhar com as imagens do filme “A Febre do Rato” de Cláudio Assis a partir do método da montagem, operando-as com as alegorias de Walter Benjamin na mesa de trabalho de Didi Huberman. A própria febre do rato, que acomete o poeta Zizo é convocada enquanto uma forma pulsante de operar nas lacunas e na agitação da obra, produzindo dissonâncias, relações íntimas e secretas entre os fragmentos, buscando uma atualização da imagem, uma fabricação intencional de sentidos a partir de correspondências entre as imagens. A partir dessa proposta, pretendemos inventar o amor a partir de um olhar inquieto para as imagens fílmicas, da poesia, da montagem, da escrita, criando encontros possíveis e impossíveis entre o filme com escritos, imagens, pensamentos, fragmentos, em uma experimentação ambulante, corporal, afetiva e inventiva de novas formas de habitar o mundo. Nesse sentido, propomos realizar um alargamento da obra fílmica e da produção acadêmica, tirar as imagens e os próprios conceitos trabalhados do emaranhado institucional a que estão presos, ultrapassar os princípios técnicos, o saber especialista, os significados produzidos sobre as imagens e operar nas lacunas, produzir um saber abissal, abismar-se com elas. Ao invocar uma pedagogia inquieta, cabe um esforço de desaprendizagem, ou seja, de rejeição dos preceitos autoritários do modo de ver e saber colonial da pedagogia tradicional, que se impõe como única forma de circulação e produção de conhecimentos, (re)inventando novas possibilidades.
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamento
dc.identifier.citationDURAN, Gisele Caroline Ruiz. Para as coisas que não são por não terem cabimento: alegorias para o amor em Febre do Rato. 2025. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/23080.por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14289/23080
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos
dc.publisher.addressCampus São Carlos
dc.publisher.initialsUFSCar
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - PPGE
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectEducação
dc.subjectAlegorias
dc.subjectFebre do Rato
dc.subjectAmor
dc.subjectÉducationfre
dc.subjectAllégoriesfre
dc.subjectFièvre de la sourisfre
dc.subjectAmourfre
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
dc.subject.ods4. Educação de Qualidade
dc.titlePara as coisas que não são por não terem cabimento: alegorias para o amor em Febre do Rato
dc.title.alternativeFor things that are not because they don't make sense: allegories for love in Rat Fevereng
dc.typeTese

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