Comparação entre métodos para análise da reprodutibilidade da arquitetura muscular do músculo vasto lateral por ultrassonografia

dc.contributor.advisor1Libardi, Cleiton
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8953409094842074
dc.contributor.authorNacafucasaco, Enya
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/3328020991326761
dc.date.accessioned2025-03-31T13:46:45Z
dc.date.issued2025-03-25
dc.description.abstractThe objective of the present study was to compare two protocols for the reproducibility of muscle architecture measurements [cross-sectional area (CSA), muscle thickness (MT), fascicle length (FL), and pennation angle (PA)] of the vastus lateralis (VL) using ultrasonography (US): (1) a single image acquisition followed by two quantifications with a 72-hour interval (protocol 1X); (2) two image acquisitions followed by two quantifications, both separated by 72 hours (protocol 2X). A sample of 54 individuals had their right and left legs assessed by US, totaling 104 experimental units. Quantification data for muscle architecture were obtained, along with their respective typical error (TE) and coefficient of variation (CV) values, and bias plots analyzed using the Bland-Altman method. The results demonstrated lower TE and CV values for protocol 1X (CSA: TE = 0.510 cm² and CV = 2.313%; MT: TE = 0.120 cm and CV = 6.225%; FL: TE = 0.205 cm and CV = 3.000%; PA: TE = 0.550° and CV = 3.684%) compared to protocol 2X (CSA: TE = 0.920 cm² and CV = 4.151%; MT: TE = 0.120 cm and CV = 6.225%; FL: TE = 0.480 cm and CV = 6.879%; PA: TE = 1.148° and CV = 7.823%). Data analyzed using the t-test and Wilcoxon test revealed a significant difference between the mean differences of 1X and 2X for FL (p < 0.001) and PA (p < 0.026), while no significant differences were observed for CSA (p < 0.895) and MT (p < 0.637). Levene's test indicated a significant difference (p < 0.001) between the variances of the mean differences in all muscle architecture parameters. In conclusion, our results suggest that the variability of vastus lateralis muscle architecture measurements is influenced by the reproducibility protocol adopted. The inclusion of two independent image acquisitions resulted in greater variability between measurements. These findings reinforce the importance of considering sources of error associated with the evaluator and biological variability when interpreting changes in muscle architecture.eng
dc.description.resumoO objetivo do presente estudo foi comparar dois protocolos de reprodutibilidade de medidas da arquitetura muscular [área de secção transversa (AST), espessura muscular (EM), comprimento do fascículo (CF) e ângulo de penação (AP)] do vasto lateral (VL) por ultrassonografia (US): 1) uma única aquisição de imagens seguida por duas quantificações com intervalo de 72 horas (protocolo 1X); 2) duas aquisições de imagens seguidas por duas quantificações, ambas separadas por 72 horas (protocolo 2X). Uma amostra composta por 54 indivíduos, tiveram as pernas direita e esquerda avaliadas por US, totalizando 104 unidades experimentais. Dados de quantificação da arquitetura muscular foram obtidos, seus respectivos valores de erro típico (ET) e coeficiente de variação (CV) e gráficos de viés analisados por Bland-Altman. Os resultados demonstraram menores valores de ET e CV para o protocolo 1X (AST: ET = 0,510 cm² e CV = 2,313%; EM: e ET = 0,120 cm e CV = 6,225%; CF: ET = 0, 205 cm e CV = 3,000%; AP: ET = 0,550° e CV= 3,684%) em comparação ao protocolo 2X (AST: ET = 0,920 cm² e CV = 4,151%; EM: ET = 0,120 cm e CV = 6,225%; CF: ET = 0,480 cm e CV = 6,879%; AP: ET = 1,148° e CV = 7,823%). Os dados analisados por teste t e teste de Wilcoxon revelaram uma diferença significativa entre as diferenças médias de 1X e 2X para CF (p < 0,001) e AP (p < 0,026), enquanto não foram observadas diferenças significativas para AST (p < 0,895) e EM (p < 0,637). O teste de Levene apontou diferença significativa (p < 0,001) entre as variâncias das diferenças médias em todos os parâmetros de arquitetura muscular. Como conclusão, nossos resultados sugerem que a variabilidade das medidas de arquitetura muscular do vasto lateral é influenciada pelo protocolo de reprodutibilidade adotado. A inclusão de duas aquisições independentes de imagens resultou em maior variabilidade entre medições. Esses achados reforçam a importância de considerar as fontes de erro associadas ao avaliador e à variabilidade biológica ao interpretar mudanças na arquitetura muscular.
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.description.sponsorshipId88887.856899/2023-00
dc.identifier.citationNACAFUCASACO, Enya. Comparação entre métodos para análise da reprodutibilidade da arquitetura muscular do músculo vasto lateral por ultrassonografia. 2025. Dissertação (Mestrado em Ciências Fisiológicas) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/21711.por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14289/21711
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos
dc.publisher.addressCampus São Carlos
dc.publisher.initialsUFSCar
dc.publisher.programPrograma Interinstitucional de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas - PIPGCF
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectArquitetura muscular
dc.subjectUltrassonografia
dc.subjectReprodutibilidade
dc.subjectMuscle architetureeng
dc.subjectUltrasonographyeng
dc.subjectReproducibilityeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICA
dc.titleComparação entre métodos para análise da reprodutibilidade da arquitetura muscular do músculo vasto lateral por ultrassonografia
dc.title.alternativeComparison of methods for analyzing the reproducibility of vastus lateralis muscle architecture using ultrasonographyeng
dc.typeDissertação

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