As aparências enganam?: O papel da vestimenta de informantes na confiança seletiva de crianças pequenas

dc.contributor.advisor1Souza, Debora de Hollanda
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3640676759708745por
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0485-7787por
dc.contributor.authorPáfaro, Isabella
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/6729122169868748por
dc.contributor.authororcidhttps://orcid.org/0000-0002-9248-1854por
dc.date.accessioned2024-02-23T12:53:45Z
dc.date.available2024-02-23T12:53:45Z
dc.date.issued2023-09-05
dc.description.abstractChildren learn about the world, to a great extent, from the testimony of others, but they can be true or false. Recent studies have shown that even preschool aged children prefer to learn from informants who have proved to be reliable in the past, in contrast to unreliable informants. Such competence has been conventionally called selective trust or epistemic trust. However, there is also evidence suggesting that children sometimes base their decisions about whom to trust on non-epistemic bases, such as physical appearance. Following this direction, the goal of the present study was to investigate whether clothing plays a role in the selective trust of Brazilian children when learning something new. Twenty-one 6- to 7-year-old children participated in this study. An adapted version of the classic selective trust task was used. Children were randomly distributed into two conditions. During a familiarization trial, all participants watched scenes during which one actress asks two potential informants the name of a familiar object. In the first condition (C1), one informant, formally dressed, always names the objects correctly (e.g., saying “It’s a lamp!” when seeing a lamp) and the second actress, casually dressed, always gets it wrong (e.g., says a lamp is a bottle). In the second condition (C2), the formally dressed actress always mislabels the objects and the casually dressed actress always labels them correctly. During the four test trials, the third actress always asks the name of a non-familiar object and each informant provides a novel name for it (e.g., “This is a poqui!”x “This is a tego!”. No significant diference was found between C1 and C2, both with regard to participants’ initial preference to seek help, U = 35,5; p = 0,17, and to their endorsement to the labels provided by the two informants, U = 35,0; p = 0, 13. These results suggest that children show a preference for the informant with a better accuracy rate, regardless of how they are dressed.eng
dc.description.resumoCrianças aprendem sobre o mundo, em grande parte, por meio do testemunho de outras pessoas, mas esses testemunhos podem ser verdadeiros ou falsos. Estudos recentes têm revelado que mesmo crianças em idade pré-escolar já demonstram uma preferência por informantes que se mostraram anteriormente confiáveis, em contraste a informantes não confiáveis. Essa competência vem sendo convencionalmente denominada de confiança seletiva ou confiança epistêmica. No entanto, crianças também baseiam suas decisões sobre em quem confiar em bases puramente não epistêmicas, como a aparência física. Seguindo esta direção, o objetivo do presente estudo foi investigar se a vestimenta desempenha um papel na confiança seletiva de crianças brasileiras em situações novas de aprendizagem. Participaram desta pesquisa 21 crianças de 6 a 7 anos. Uma versão adaptada da tarefa clássica de confiança seletiva foi utilizada. As crianças foram distribuídas aleatoriamente em duas condições. Em uma fase de familiarização, todos os participantes assistiram a cenas durante as quais uma atriz pergunta a duas potenciais informantes o nome de um objeto conhecido. Na familiarização para a primeira condição (C1), uma informante, vestida formalmente, sempre acerta o nome dos objetos (e.g., quando diante de uma lâmpada, diz “Isso é uma lâmpada!”) e a segunda atriz, vestida casualmente, sempre erra (e.g., diz que a lâmpada é uma garrafa). Na segunda condição (C2), a atriz vestida formalmente sempre erra o nome dos objetos e a atriz vestida casualmente sempre acerta. Na fase teste, em quatro tentativas, uma terceira atriz sempre pergunta o nome de um objeto desconhecido e cada uma das informantes fornece um nome inventado para o objeto (e.g., “Isso é um poqui!” x “Isso é um tego!”). Não foram encontradas diferenças significativas entre C1 e C2, tanto no que diz respeito à preferência inicial dos participantes para pedir ajuda, U = 35,5; p = 0,17, quanto no endosso de rótulos fornecidos pelas duas informantes, U = 35,0; p = 0, 13. Os resultados sugerem, portanto, que as crianças demonstraram preferência pela informante com um histórico maior de acertos, independentemente do seu padrão de vestimenta.por
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)por
dc.description.sponsorshipId2023/03939-8por
dc.identifier.citationPÁFARO, Isabella. As aparências enganam?: O papel da vestimenta de informantes na confiança seletiva de crianças pequenas. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/19429.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/19429
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.publisher.addressCampus São Carlospor
dc.publisher.coursePsicologia - Psipor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.rightsAttribution 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/*
dc.subjectConfiança seletivapor
dc.subjectVestimentapor
dc.subjectCriançaspor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO::PROCESSOS PERCEPTUAIS E COGNITIVOS; DESENVOLVIMENTOpor
dc.titleAs aparências enganam?: O papel da vestimenta de informantes na confiança seletiva de crianças pequenaspor
dc.title.alternativeCan appearances be deceiving?: the role of informant clothing in the selective trust of young childreneng
dc.typeTCCpor

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