Prevalência de fadiga por compaixão e experiências adversas na infância em funcionários de uma instituição de acolhimento

dc.contributor.advisor1D'Affonseca, Sabrina Mazo
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0381029115416584
dc.contributor.authorde Araujo, Ana Carolina Benevides
dc.date.accessioned2025-12-12T17:22:22Z
dc.date.issued2025-12-02
dc.description.abstractCaregivers who work with children in residential care may be at risk of developing Compassion Fatigue, a form of physical and emotional exhaustion resulting from the empathic cost of dealing with others’ suffering. This study aimed to investigate the levels of Compassion Fatigue among professionals working with children in residential care and to identify the relationship between Compassion Fatigue levels and the professionals’ own Adverse Childhood Experiences (ACEs). Fifteen professionals participated in the study. ACEs were assessed using the ACE score, while Burnout, Compassion Fatigue, and Compassion Satisfaction were measured using the ProQOL scale. Descriptive analyses and Spearman correlations were conducted. Compassion Fatigue remained low (73% low; 27% moderate), as did Burnout (86.6% low; 13.3% moderate), whereas Compassion Satisfaction was high (53.3% high; 46.6% moderate). Regarding ACEs, 33.3% reported no adverse experiences, 40.0% reported between 1 and 3, and 26.7% reported ≥4, with a mean ACE score of 2.33 (SD = 2.29). Correlations between ACEs and compassion satisfaction and fatigue were moderate but not statistically significant (rho = -0.380–0.373; p = 0.162–0.176). A significant negative correlation was found between emotional neglect and burnout (rho = −0.528; p = 0.043). The results indicate that although most professionals had experienced at least one ACE, levels of burnout and compassion fatigue remained low, while compassion satisfaction was high. The associations found suggest that ACEs may have some influence on workers’ emotional outcomes, but in a heterogeneous manner and likely mediated by external factors.Se quiser, posso formatar como resumo científico, versão curta ou versão para pôster.eng
dc.description.resumoCuidadores que trabalham com crianças em acolhimento institucional podem estar em risco de desenvolver Fadiga por Compaixão, um tipo de exaustão física e emocional em decorrência do custo empático de lidar com o sofrimento alheio. O presente trabalho teve como objetivo investigar os níveis de Fadiga por Compaixão dos profissionais que trabalham com crianças em situação de acolhimento institucional e identificar a relação entre níveis de Fadiga por Compaixão e as Experiências Adversas na Infância vivenciadas pelos profissionais. Participaram 15 profissionais. As EAIs foram avaliadas pelo escore ACE, enquanto Burnout, Fadiga por Compaixão e Satisfação por Compaixão foram mensurados pela escala ProQOL. Foram realizadas análises descritivas e correlações de Spearman. A Fadiga por Compaixão se manteve baixa (73% baixo; 27% moderado), bem como o Burnout (86,6% alto; 13,3% moderado, já a Satisfação por Compaixão se mostrou elevada (53,3% alto; 46,6% moderado). Quanto às EAIs, 33,3% não relataram adversidades, 40,0% relataram entre 1 e 3, e 26,7% relataram ≥4, com escore médio de ACE = 2,33 (DP = 2,29). As correlações entre EAIs e satisfação e fadiga por compaixão foram moderadas mas não significativas (rho = -0,380 – 0,373 e p = 0,162 - 0,176). Observou-se ainda correlação significativa e negativa entre negligência emocional e burnout (rho = −0,528; p = 0,43). Os resultados indicam que, embora a maioria dos profissionais tenha vivenciado ao menos uma EAI, os níveis de burnout e fadiga por compaixão permaneceram baixos e a satisfação por compaixão altos. As associações encontradas sugerem que EAIs podem ter alguma influência sobre os desfechos emocionais dos trabalhadores, mas de forma heterogênea e provavelmente mediada por fatores externos.
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.description.sponsorshipId2025/03402-0
dc.identifier.citationDE ARAUJO, Ana Carolina Benevides. Prevalência de fadiga por compaixão e experiências adversas na infância em funcionários de uma instituição de acolhimento. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/23197.*
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14289/23197
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos
dc.publisher.addressCâmpus São Carlos
dc.publisher.coursePsicologia - Psi
dc.publisher.initialsUFSCar
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectexperiências adversas na infância
dc.subjectadverse childhood experienceseng
dc.subjectfadiga por compaixao
dc.subjectCompassion Fatigueeng
dc.subjectacolhimento
dc.subjectresidential careeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA
dc.subject.ods3. Saúde e Bem-Estar
dc.titlePrevalência de fadiga por compaixão e experiências adversas na infância em funcionários de uma instituição de acolhimento
dc.title.alternativePrevalence of compassion fatigue and adverse childhood experiences among employees of a residential care institutioneng
dc.typeTCC

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