Mídias científicas fora do padrão: Como a diversidade pode impactar a visão e identificação científica

dc.contributor.advisor1Julio, Josimeire Meneses
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8805879632103815
dc.contributor.authorFerreira, João Vítor dos Santos
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/9445813904014224
dc.contributor.authororcidhttps://orcid.org/0000-0003-0630-9167
dc.date.accessioned2025-06-03T11:41:12Z
dc.date.issued2024-09-18
dc.description.abstractThe purpose of this paper is to discuss and characterize the different contributions that the dissemination carried out on social media by alternative scientific networks can make to the social conception of science and scientists, contributing to aspects such as representativeness, anti-racism and ancestry. These alternative networks are made up of black people, indigenous people, trans people, women and minority groups who go against the standard notion of science communicators. In this context, we intend to discuss how these contributions confront image control, an idea proposed by Patricia Hill (COLLINS; BILGE, 2021), and how this dissemination of knowledge aims to combat the selective manner, intrinsically correlated to the phenotypical characteristics of the disseminators, a phenomenon described by Stuart Hall’s reception theory (HALL, 2003; ALEXANDER, 2009). Furthermore, through the use of digital flow control tools on social media, the regional behavioral aspects of these virtual environments will be discussed and how such regionalisms illustrate the interest of dominant groups.eng
dc.description.resumoEste trabalho tem por finalidade discutir e caracterizar as contribuições distintas que a divulgação realizada nas midias sociais por redes cientificas alternativas podem agregar na concepção social da ciência e dos cientistas, contribuindo em aspectos como representatividade, antirracismo e ancestralidade. Tais redes alternativas são compostas por pessoas negras, indígenas, trans, mulheres e grupos minoritários que vão na contramão da noção padrão de divulgadores científicos. Neste contexto pretende-se discutir como tais contribuições confrontam o controle de Imagem, ideia proposta por Patricia Hill (COLLINS; BILGE, 2021), e como tal difusão do conhecimento se propõe a combater a maneira seletiva, intrinsecamente correlacionada as características fenotípicas dos divulgadores, fenômeno descrito pela teoria de recepção de Stuart Hall (HALL, 2003; ALEXANDER, 2009). Ademais, por meio da utilização de ferramentas digitais de controle de fluxo nas mídias sociais serão discutidos os aspectos comportamentais regionais destes ambientes virtuais e como tais regionalismos ilustram o interesse de grupos dominantes.
dc.identifier.citationFERREIRA, João Vítor dos Santos. Mídias científicas fora do padrão: Como a diversidade pode impactar a visão e identificação científica. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Física) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/22165.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14289/22165
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos
dc.publisher.addressCampus São Carlos
dc.publisher.courseFísica - FL
dc.publisher.initialsUFSCar
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectDivulgadores científicos
dc.subjectAntirracismo
dc.subjectRepresentatividade
dc.subjectScience communicatorseng
dc.subjectAnti-racismeng
dc.subjectRepresentativenesseng
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
dc.titleMídias científicas fora do padrão: Como a diversidade pode impactar a visão e identificação científica
dc.title.alternativeNon-standard science media: How diversity can impact the vision and identification of scienceeng
dc.typeTCC

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