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dc.creatorZanotto, Luana
dc.date.accessioned2016-09-21T18:35:09Z
dc.date.available2016-09-21T18:35:09Z
dc.date.issued2016-02-15
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/7365
dc.description.abstractThe reproduction of 'urban x rural' hierarchy is filled from the stigmatizing understanding that living in rural areas is social and cultural inferior. According to this, with the increasing insertion of children from rural area to urban schools, it is inevitable that such an understanding pervades school relations, reinforcing mystified aspects about this population. If school operates as a stage of social relations and children as protagonists, how do they mean their experiences in urban school scenery? Under this question, the object is to understand how children of rural areas mean their experiences in a Municipal Elementary School, located in the urban area of a city in São Paulo. Participative observations were conducted in each part of the school and registered as field diaries, with a third grade group of eighteen children, and the classroom and Physical Education teachers. In addition to the participative observations, circles of conversation were conducted with the children. From the attentive and patient listening to the voices of them, the data analysis indicated that the school timings and spaces exceeded the impregnated speeches of stereotypical ideal to the rural subjects, because with the contact with and among children, the articulation of elements from both cultures, rural and urban, was present. Through the fluidity of affective relationships, the children showed to mean the school as a space to improve knowledge necessary for adult life, as well as a place to win friends, play and enjoy time better. It was realized in the relation of the teachers that some pedagogical deeds and practices still need to be contextualized to the reality of the children, considering them as concrete subjects, holders of childhood knowledge and skill. It is concluded that the being in school is for the children a possibility to build up shared and permissible practices of creation and re- signification of experiences, especially away from adult eyes.eng
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectCriançaspor
dc.subjectEscolapor
dc.subjectZona ruralpor
dc.subjectConvívio escolarpor
dc.subjectChildreneng
dc.subjectSchooleng
dc.subjectRural areaeng
dc.subjectSchool livingeng
dc.titleCrianças da zona rural e a escola urbana : experiências e significados construídos com uma turma do 3° ano do ensino fundamentalpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Alves, Fernando Donizete
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3812723309905378por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9718778267626503por
dc.description.resumoA reprodução da hierarquia ‘urbano x rural’ realiza-se a partir da compreensão estigmatizante de que morar em zonas rurais representa inferioridade social e cultural. Nestes termos, com a inserção, cada vez maior, de crianças de zonal rural em escolas urbanas, é inevitável que tal compreensão perpasse as relações escolares, reforçando aspectos mistificados acerca destas populações. Se a escola atua como palco das relações sociais e, as crianças como protagonistas, cabe perguntar como elas significam suas experiências em âmbito escolar urbano? Sob este questionamento, tem-se como objetivo compreender como as crianças de zonal rural significam suas experiências em uma Escola Municipal de Ensino Fundamental, situada em perímetro urbano de uma cidade do interior paulista. De abordagem qualitativa, realizou-se observações participantes nos distintos espaços escolares, registradas em formato de diários de campo, com uma turma de dezoito crianças do terceiro ano e com as professoras de sala de aula e educação física. Além das observações participantes, realizou-se rodas de conversa temáticas com as crianças. A partir da escuta atenta e paciente de suas vozes, a análise dos dados indicou que os tempos e os espaços escolares superaram os discursos impregnados de ideais estereotipados aos sujeitos de zona rural, pois no convívio com e entre crianças esteve presente a articulação de elementos das duas culturas, rural e urbana. Mediante a fluidez das relações afetivas, as crianças manifestaram significar a escola como um espaço para aprendizagem de conhecimentos necessários para a vida adulta, bem como um lugar para conquistar amigos, brincar e aproveitar melhor o tempo. Na relação com as educadoras, percebeu-se que algumas ações e práticas pedagógicas ainda necessitam estar contextualizadas à realidade das crianças, considerando-as como sujeitos concretos, detentores de conhecimentos e saberes próprios das infâncias. Conclui-se que para as crianças o estar na escola representa possibilidade de construção de práticas partilhadas e permissíveis às criações e re-significações de experiências, especialmente, longe dos olhares adultos.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educaçãopor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAOpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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