Escutar quem o estado silencia: luto coletivo, redução de danos e resistência poética à necropolítica

dc.contributor.advisor1Câmara, Leonardo Cardoso Portela
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0876503068661138
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1424-8704
dc.contributor.authorGenuino, Renata Reis
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/7984562317422453
dc.date.accessioned2025-07-21T14:06:46Z
dc.date.issued2025-07-07
dc.description.abstractThis work is an experiential report on the actions of the Coletivo Livre de Redução de Danos alongside the homeless population in the city of São Carlos, through the Sarau da Calunga — a cultural and political gathering built within the territory. Grounded in attentive listening and the formation of bonds, the report weaves together the concepts of Harm Reduction, necropolitics (Mbembe, 2018), collective mourning (Butler, 2019), and the power to act (Espinosa, 2009), exploring how cultural practices become strategies of care, resistance, and symbolic elaboration of loss. The Sarau emerges as a space of memory and affirmation of life, in contrast to the logics of exclusion and death imposed by the State. The methodology is based on situated experiential narrative, with both visual and narrative resources, recognizing gaps and incompleteness as part of the knowledge production process. By listening to those silenced by the State, the work claims the right to public mourning and the dignity of precarious lives.eng
dc.description.resumoEste trabalho é um relato de experiência sobre a atuação do Coletivo Livre de Redução de Danos junto à população em situação de rua na cidade de São Carlos, por meio do Sarau da Calunga — um encontro cultural e político construído no território. A partir da escuta e do vínculo com essa população, o trabalho articula os conceitos de Redução de Danos, necropolítica (Mbembe, 2018), luto coletivo (Butler, 2019) e potência de agir (Espinosa, 2009), investigando como práticas culturais se tornam estratégias de cuidado, resistência e elaboração simbólica da perda. O sarau emerge como espaço de memória e de afirmação da vida, em contraponto às lógicas de exclusão e morte impostas pelo Estado. A metodologia adota o relato de experiência como prática situada, com apoio narrativo e imagético, reconhecendo as lacunas como parte da produção de conhecimento. Ao escutar quem o Estado silencia, o trabalho reivindica o direito ao luto público e à dignidade das vidas precarizadas.
dc.identifier.citationGENUINO, Renata Reis. Escutar quem o estado silencia: luto coletivo, redução de danos e resistência poética à necropolítica. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/22373.*
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14289/22373
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos
dc.publisher.addressCâmpus São Carlos
dc.publisher.coursePsicologia - Psi
dc.publisher.initialsUFSCar
dc.rightsAttribution 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/
dc.subjectRedução de danos
dc.subjectSituação de rua
dc.subjectNecropolítica
dc.subjectLuto coletivo
dc.subjectEscuta
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA SOCIAL::PAPEIS E ESTRUTURAS SOCIAIS; INDIVIDUO
dc.titleEscutar quem o estado silencia: luto coletivo, redução de danos e resistência poética à necropolítica
dc.title.alternativeListening to those who the state silences: collective mourning, harm reduction and poetic resistance to necropoliticseng
dc.typeTCC

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