Torna-se ipãntuw: construção das relações de parentesco entre os Krahô e os não indígenas

dc.contributor.advisor1Cohn, Clarice
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1714080901123094por
dc.contributor.authorPedroso, Maíra
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/1288369235723546por
dc.date.accessioned2024-10-18T14:19:46Z
dc.date.available2024-10-18T14:19:46Z
dc.date.issued2023-08-31
dc.description.abstractThis dissertation presents an ethnography of the construction of kinship relations between the Krahô (mẽhĩ) and non-indigenous people (cupẽ). The Krahô are a Timbira people, from the Jê linguistic family, Macro-Jê trunk, who inhabit the Cerrado of Tocantins. In dialogue with the myth of Awkê and the history of contact between the Krahô and non-indigenous, this ethnography seeks to understand the place the non-indigenous occupies in Krahô thought and the possibilities of making them a relative by inserting them in their networks of kinship and alliance. In this sense, the way in which the cupẽ are inserted in Krahô society through onomastics (gaining a mẽhĩ name) and the participation in ritual life is highlighted. The present ethnography covers my history of kinship with the Krahô, throughout the transformations and learning that took place over the years in which we lived as kin to each other.eng
dc.description.resumoEssa dissertação apresenta uma etnografia da construção das relações de parentesco entre os krahô (mẽhĩ) e os não indígenas (cupẽ). Os Krahô são um povo timbira, da família linguística Jê, tronco Macro-Jê, que habita o Cerrado tocantinense. Em diálogo com o mito de Awkê e com a história do contato entre os Krahô e os não indígenas, a etnografia busca compreender o lugar que o não indígena ocupa no pensamento krahô e as possibilidades de torná-lo parente inserindo-o em suas redes de parentesco e aliança. Nesse sentido, ganha destaque o modo como os cupẽ são inseridos na sociedade krahô através da onomástica ("ganhar um nome mẽhĩ") e da participação da vida ritual. A presente etnografia percorre minha história de aparentamento com os Krahô, ao longo das transformações e dos aprendizados que se deram ao longo dos anos em que vivemos como parentes uns dos outros.por
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.description.sponsorshipId88887.513943/2020-00por
dc.identifier.citationPEDROSO, Maíra. Torna-se ipãntuw: construção das relações de parentesco entre os Krahô e os não indígenas. 2023. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/20822.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/20822
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia Social - PPGASpor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectKrahôpor
dc.subjectParentescopor
dc.subjectNão indígenapor
dc.subjectMitopor
dc.subjectRitualpor
dc.subjectkrahôpor
dc.subjectMytheng
dc.subjectKinshipeng
dc.subjectNon-indigenous peopleeng
dc.subjectRitualeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIA::ETNOLOGIA INDIGENApor
dc.titleTorna-se ipãntuw: construção das relações de parentesco entre os Krahô e os não indígenaspor
dc.title.alternativeBecoming ipãntuw: construction of kinship relations between the Krahô and non-indigenous peopleeng
dc.typeDissertaçãopor

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Tornar-se ipãntuw (corrigida1.pdf
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Descrição:
Dissertação de mestrado