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dc.creatorVieira, Hamilton Édio dos Santos
dc.date.accessioned2019-03-27T12:07:28Z
dc.date.available2019-03-27T12:07:28Z
dc.date.issued2019-02-25
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/11134
dc.description.abstractThis thesis presents the result of an investigation on the field of semantic significance of sexual diversity from institutional documents of the Federal University of São Carlos, through the interactional perspective of language, which takes place in and with social relations. Thus, it tried to observe the processes that constituted the senses of diversity and that crossed the statements constructed later in sexual diversity, having as sources of analysis the documents that the UFSCar produced in the last two decades. In order to show a reading of the course of meanings with which sexual diversity presented, contextualizing education and the role of university institutions when they crossed by discussions that touch on social segments that demand their specificities in the public space. This university chosen following a methodological strategy, when it was perceived that there is a permeated path in the discourses of the documents chosen to be located between 2004, when diversity appears the first time, until 2016, when sexual diversity gains its space, building an administrative organization not found in other federal universities. The hypothesis was that sexual diversity, before its chronological emergence in the UFSCar, took place in the discussion about diversity as a semantic field to think about the development of the university from 2004 on. Using the field of language to perceive the expressive and subjective side of the verbal and non-verbal signs in the production of the senses about sexual diversity was possible from a working method centered on the Indicium Paradigm. This form of investigative work focuses on the detail of the observation and allows searching for clues and evidences with which the researcher has the tools to observe for which paths these clues have walked and how much they indicate about the investigated object and a field of palpable answers presented. By the paradigm, it tried to value the specificity of the field with which the discussion about diversity and sexual diversity emerged, which was possible to conclude that theme sexual diversity cross by the symbolic construction of diversity and how this semantic field articulates the space of diversity in institutional policies. The research seeks to reinforce that language is above all a social production, is not neutral and intended among the singularities of different subjects. Through the register, that existence give, that is, the emergence of sexual diversity allows the materiality of life can be look at and function as an analytical category on how society deals in its public space with the specificities that it produces.eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectProdução de sentidospor
dc.subjectDiversidade sexualpor
dc.subjectHistória da educaçãopor
dc.subjectProduction of meaningseng
dc.subjectSexual diversityeng
dc.subjectHistory of educationeng
dc.titleDe lá para cá ou dos percursos que a diversidade sexual faz na constituição de uma política na UFSCar (2004-2016)por
dc.title.alternativeBack and forth or the paths that sexual diversity makes in the construction of Meanings in UFSCar (2004-2016)eng
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Reyes, Cláudia Raimundo
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5187942717120318por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4637757709130649por
dc.description.resumoEsta tese apresenta o resultado de uma investigação sobre o campo da significação semântica de diversidade sexual a partir de documentos institucionais da Universidade Federal de São Carlos. Por meio da perspectiva interacional da linguagem, que se produz na e com as relações sociais. Com isso, procurou-se observar os processos que constituíram os sentidos de diversidade e que atravessaram os enunciados construídos posteriormente em diversidade sexual, tendo como fontes de análise os documentos que a UFSCar produziu nas duas últimas décadas, a fim de mostrar uma leitura do percurso de sentidos com os quais se apresentou a diversidade sexual, contextualizando a educação e o papel das instituições universitárias quando atravessadas por discussões que tocam segmentos sociais que demandam suas especificidades no espaço público. A escolha por esta universidade foi uma estratégia metodológica, quando se percebeu existir um trajeto permeado nos discursos dos documentos escolhidos estarem localizados entre os anos de 2004, quando diversidade aparece a primeira vez, até 2016, quando então a diversidade sexual ganha seu espaço, construindo uma organização administrativa não encontrada nas outras universidades federais. A hipótese foi que a diversidade sexual antes de sua emergência cronológica na UFSCar, e se deu na discussão sobre diversidade como campo semântico para se pensar o desenvolvimento da universidade a partir de 2004. Utilizar o campo da linguagem para perceber o lado expressivo e subjetivo dos signos verbais e não-verbais na produção dos sentidos sobre diversidade sexual foi possível a partir de um método de trabalho centrado no Paradigma Indiciário. Esta forma de trabalho investigativo centra no detalhe da observação e permite buscar pistas e indícios com os quais o pesquisador tenha instrumentos para observar por quais caminhos estas pistas andaram e o quanto elas indicam sobre o objeto investigado e um campo de respostas palpáveis a serem apresentadas. Pelo paradigma pretendeu-se valorizar a especificidade do campo com o qual a discussão sobre diversidade e diversidade sexual emergiam, o que foi possível concluir que o tema diversidade sexual está atravessado pela construção sígnica de diversidade e o quanto este campo semântico articula o espaço de diversidade sexual nas políticas institucionais. A investigação procura reforçar que a linguagem sobretudo é uma produção social, não é neutra e se tenciona entre as singularidades dos diferentes sujeitos, e é por meio do registro que se dá corpo à existência, ou seja, emergir diversidade sexual permite que a materialidade da vida possa ser olhada e funcionar como uma categoria analítica sobre como a sociedade lida em seu espaço público com as especificidades que nela se produz.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - PPGEpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAOpor
dc.description.sponsorshipIdCNPq 141437/2015-4por
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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