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dc.creatorSilva, Ana Beatriz Matilde da
dc.date.accessioned2019-07-05T18:02:07Z
dc.date.available2019-07-05T18:02:07Z
dc.date.issued2019-02-26
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/11480
dc.description.abstractThe Afro-Brazilian culture, for a long time was placed in a position of marginalization, being valued the Eurocentric to the detriment of other cultures. Also subject to marginalization, in a sexist society, women have struggled for time-space in spheres hitherto reserved for masculine performance and predominance. Capoeira is a social practice where women have sought recognition and appreciation. The general objective of this research was to describe and understand the educational processes unleashed in Capoeira practiced by women, understanding such processes from the historical aspects of women's struggle for space and recognition in this field. Also, as a specific objective, to know the trajectory of these women in Capoeira and to understand the choice and permanence of these women in this practice. This is a qualitative research, in which bibliographical and field research was carried out, using as data collection semi-structured interviews with four women capoeiristas from the cities of São Carlos, Campinas and Mogi Guaçu. The analysis of the collected data was made from the category system, through which three categories emerged: Family and Capoeira; How I feel like a woman in Capoeira; Capoeira that transforms. From the analysis, we consider that women, starting from the foundation of Capoeira and the demands for permanence in this space, are building a new way of being and being that expands to other spaces. This means thinking about permanent construction, in constant struggle, using ginga, mandinga, ancestry, as a strategy of struggle, body care, search for freedom and the possibility of being a woman.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectProcessos educativospor
dc.subjectCapoeirapor
dc.subjectGêneropor
dc.subjectResistênciapor
dc.subjectEducação das relações étnico-raciaispor
dc.subjectEducational processeseng
dc.subjectGenreeng
dc.subjectResistanceeng
dc.subjectEducation of ethnic-racial relationseng
dc.titleMulheres na Capoeira: resistência dentro e fora da rodapor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Montrone, Aida Victoria Garcia
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9011731777978672por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6327120443212795por
dc.description.resumoA cultura afro-brasileira, durante muito tempo foi colocada em posição de marginalização, sendo valorizada a eurocêntrica em detrimento de outras culturas. Também sujeitas à marginalização, em uma sociedade machista, as mulheres têm lutado por tempo-espaço em esferas até então reservadas à atuação e predomínio masculino. A Capoeira é uma prática social onde as mulheres tem buscado reconhecimento e valorização. O objetivo geral desta pesquisa foi descrever e compreender os processos educativos desencadeados na Capoeira praticada por mulheres, entendendo tais processos a partir de aspectos históricos de luta de mulheres por espaço e reconhecimento neste campo. Além disso, como objetivo específico, conhecer a trajetória dessas mulheres na Capoeira e compreender a escolha e permanência dessas mulheres nessa prática. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, em que foram realizadas pesquisas bibliográficas e de campo, utilizando como coleta de dados entrevistas semiestruturadas com quatro mulheres capoeiristas das cidades de São Carlos, Campinas e Mogi Guaçu. A análise dos dados coletados foi feita a partir do sistema de categorias, pelo qual emergiram três categorias: Família e Capoeira; Como me sinto sendo mulher na Capoeira; Capoeira que transforma. A partir da análise, consideramos que as mulheres, a partir do fundamento da Capoeira e das reivindicações por permanência nesse espaço, vão construindo uma nova forma de ser e estar, que se expande para outros espaços. Isso significa pensar em construção permanente, em luta constante, utilizando a ginga, a mandinga, ancestralidade, como estratégia de luta, cuidado corporal, busca pela liberdade e pela possibilidade de ser mulher.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educaçãopor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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