Show simple item record

dc.creatorOikawa, Fabiana Midori
dc.date.accessioned2019-07-17T19:17:10Z
dc.date.available2019-07-17T19:17:10Z
dc.date.issued2019-05-29
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/11522
dc.description.abstractThe objective of this research was to investigate the university context and its implications on the mental health of students. The methodology was divided into two stages: the first consisted of a quantitative and qualitative analysis of the forms of 288 undergraduate students who sought psychological care at the Psychology Service of the Sorocaba campus of UFSCar, where the researcher acts as a psychologist. The results revealed the predominance of female students (64.2%), first and second year students (60%) and non-scholarship holders of the Student Assistance Program (76.3%). Regarding the complaints related to the university, the categories with the highest rates were those associated with academic performance, professional doubt and difficulty in friendships, with 44%, 21.5% and 20% respectively. With the increase in the age group of students, a greater number of complaints were identified about academic performance, career future and complaints from teachers, which can be explained by the pressures arising from family and labor market and from themselves to complete the course, because they consider themselves behind due to age. In the second stage, four focus groups were held, with axes in the family, in the interpersonal relationship, in the academic and in the career, followed by the qualitative analysis of the speeches.The results pointed to the feeling of being pressured, due to the overload of tasks, and the competition among the students as triggering elements of psychological suffering. The results also included complaints about teachers, indicating the presence of bullying in the university environment. It was observed that aspects specific to institutions, such as bureaucracies and norms, cross relationships and make it difficult to form affective bonds between teachers and students.Some suggestions to minimize the psychological suffering of the students were presented by the participants of the focus groups, such as: provide spaces for exchange between teachers and students outside the classroom context, reduce the number of subjects in the curriculum and include participation in entities as a mandatory activity, create welcoming and relaxing spaces and greater performance of the student movement in issues of university mental health.por
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectEducação superiorpor
dc.subjectUniversitáriospor
dc.subjectSaúde mentalpor
dc.subjectHigher educationeng
dc.subjectUniversity studentseng
dc.subjectMental healtheng
dc.titleImplicações do contexto universitário na saúde mental dos estudantespor
dc.title.alternativeImplications of the university context on students's mental healtheng
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Garcia, Marcos Roberto Vieira
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3911188481669270por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3651127195980418por
dc.description.resumoO objetivo desta pesquisa foi o de investigar o contexto universitário e suas implicações na saúde mental dos estudantes. A metodologia foi dividida em duas etapas: a primeira consistiu na análise quantitativa e qualitativa dos formulários de 288 estudantes de graduação que buscaram por atendimento psicológico no Serviço da Psicologia do campus Sorocaba da UFSCar, onde a pesquisadora atua como psicóloga. Os resultados revelaram a predominância de estudantes do sexo feminino (64,2%), de primeiro e segundanistas do curso (60%) e de não-bolsistas do Programa de Assistência Estudantil (76,3%). Sobre as queixas relacionadas à universidade, as categorias com maiores índices foram às associadas ao desempenho acadêmico, dúvida profissional e dificuldade nas amizades, com 44%; 21,5% e 20% respectivamente. Com o aumento da faixa etária dos estudantes, identificou-se um número maior de queixas sobre desempenho acadêmico, futuro da carreira e reclamações dos professores, o que pode ser explicado pelas pressões advindas da família e mercado de trabalho e de si mesmos para concluírem o curso, por considerarem atrasados devido à idade. Na segunda etapa, realizaram-se quatro grupos focais, com eixos na família, no relacionamento interpessoal, no acadêmico e na carreira, seguida da análise qualitativa dos discursos. Os resultados apontaram a sensação de se sentirem pressionados, devido à sobrecarga de tarefas, e à competição entre os estudantes como elementos desencadeadores de sofrimento psíquico. Também, destacaram-se dos resultados as queixas voltadas aos professores, indicando a presença de assédio moral no ambiente universitário. Observou-se que aspectos próprios das instituições, como burocracias e normas, atravessam as relações e dificultam a formação de vínculos afetivos entre professores e alunos. Algumas sugestões para minimizar o sofrimento psíquico dos estudantes foram apresentadas pelos participantes dos grupos focais, tais como: proporcionar espaços de troca entre professores e aluno fora do contexto de sala de aula, reduzir número de disciplinas das grades curriculares e incluir a participação em entidades como atividade obrigatória, criar espaços acolhedores e relaxantes e maior atuação do movimento estudantil em questões de saúde mental universitária.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educação (Campus SOROCABA)por
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAOpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA DO TRABALHO E ORGANIZACIONAL::ANALISE INSTITUCIONALpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus Sorocabapor


Files in this item

Thumbnail
Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record