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dc.creatorMarchetti, Rafaela
dc.date.accessioned2020-03-31T11:38:34Z
dc.date.available2020-03-31T11:38:34Z
dc.date.issued2020-02-05
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/12381
dc.description.abstractThis thesis is part of the line of research on Education, Culture and Subjectivity, of the Graduate Program in Education at the Federal University of São Carlos (UFSCAR). It aims to analyze the statements, the singularities, the ruptures and the accumulations in the statements of educators, teachers and employees about conflicts, violence and indiscipline and discuss how disciplinary power relationships occur at school. Discourse analysis based on the studies of Michel Foucault and Jean Jaques Courtine with a focus on discursive formation was used, analyzing the statements and discourses of the speeches involved with the school, in order to understand the power relations in and out their spaces. It´s characterized by a qualitative research, developed in the investigation field, three instruments: documentary research (School Occurrence Books); focus groups (managers, teachers); semi-structured interviews (employees and family).It was found that the fundamental rights of children and young people are discussed at school under the protection of control and discipline. Even with the presence of school principals, the role of school management was not understood. Nothing was explained in the group as a way to solve or mitigate school violence. School violence that which the school institution induces in an institutional, legitimate way was excluded from the statements. In this way, the Municipal Secretary of Education, the municipal government, educators (in general) can´t be responsible for situations of violence in school spaces. The speech reaffirms a situation of impotence of the school in the face of violence, and educators do not feel obliged to develop new perspectives, or pedagogical purposes to establish a more pleasant environment in schools. However, this uncertainty in the solution of the problem directly affects students and their families.eng
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectViolências escolarespor
dc.subjectConflitospor
dc.subjectIndisciplinapor
dc.subjectAnálise do discursopor
dc.subjectSchools violenceeng
dc.subjectConflictseng
dc.subjectIndisciplineeng
dc.subjectDiscourse analyseng
dc.titleViolências, conflitos e indisciplinas: discursos em três escolas de educação básicapor
dc.title.alternativeViolences, conflicts and indisciplines: speeches in three basic education schoolseng
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Luiz, Maria Cecília
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7425361719028650por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3989487800835596por
dc.description.resumoA presente tese se insere na linha de pesquisa Educação Cultura e Subjetividade, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Objetiva analisar, os enunciados, as singularidades, as rupturas e os acúmulos nos dizeres de educadores, professores e funcionários sobre conflitos, violências e indisciplinas; e, discutir como as relações de poder disciplinar ocorrem na escola. Para realizar as apreciações utilizou-se a Análise do Discurso- com base nos estudos de Michel Foucault e Jean Jaques Courtine - com foco na formação discursiva, para analisar os enunciados e discursos dos sujeitos envolvidos com a escola, a fim de compreender as relações de poder dentro e fora de seus espaços. Caracteriza-se por ser uma pesquisa qualitativa, e contou com três instrumentos para a coleta de dados: pesquisa documental (Livros de Ocorrências Escolares); grupos focais (gestores, professores); entrevistas semiestruturadas (funcionários e familiares). Verificou-se que os direitos de crianças e adolescentes são discutidos na escola sob a égide da necessidade do controle e do disciplinamento. Mesmo com a presença de diretores de escola, não foi compreendida a função da gestão escolar, nada foi explanado no grupo como maneira de solucionar ou amenizar a violência escolar. A violência da escola – aquela que a instituição escolar induz de forma institucional, legitima – foi excluída dos enunciados. Desta forma, a Secretaria Municipal de Educação, o governo municipal, os educadores (em geral) não são responsabilizados por resolverem as situações de violências nos ambientes escolares. No discurso reafirma-se uma situação de impotência da escola perante as violências, e os educadores não se sentem na obrigação de desenvolver novas perspectivas, ou finalidades pedagógicas para estabelecer um ambiente mais ameno nas escolas. Contudo, essa indefinição na solução do problema afeta diretamente os alunos e seus familiares.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - PPGEpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAOpor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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