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dc.contributor.authorFerrari, Isabela Sbravatti
dc.date.accessioned2020-11-10T09:18:32Z
dc.date.available2020-11-10T09:18:32Z
dc.date.issued2020-08-28
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/13413
dc.description.abstractEmotional Intelligence (EI) corresponds to the ability to perceive, facilitate thought, understand and manage emotions and has been related to several factors in life - such as work. This research aimed to verify relations between EI and professional variables: work stress, career adaptability and occupational self-efficacy of adults in the labor market, using the Emotional Intelligence Battery, Work Stress Scale, Career Adaptability Scale, Occupational SelfEfficacy Scale and a Socioeconomic Questionnaire. The sample consisted of 62 participants, aged between 20 and 65 years old (average=31,8; sd=9,67; median=29,5), of both sexes with slight predominance of men (51,6%; n=32), civil servants (11,3%, n=7), private workers (51,6%, n=32), service providers (27,4%, n=17) or informal/temporary workers (9,7%, n=6). For the sample of this study, it was possible to observe that the general emotional intelligence was not related to the variables work stress, career adaptability and occupational self-efficacy. The first factor of perception of emotions itself was negatively and strongly correlated with work stress, it was also positively and moderately correlated with factors 2 (control), 4 (confidence) and general of career adaptability. The second factor of Understanding Emotions – referring to the understanding of emotional transitions, the total score of the Understanding Emotions test and the second factor of Regulation of Emotions – referring to the use of ineffective strategies – correlated with factor 1 (concern) of career adaptability, the first two being positive and moderate and the last negative and moderate. No EI factor correlated with occupational self-efficacy. Although none of the correlational hypotheses proposed in this research - between emotional intelligence (and its factors) and stress at work, career adaptability and occupational self-efficacy - has been verified, with only the listed correlations for the total sample, further exploration of the data shows that some EI variables correlated with professional variables for specific populations. The multiple regression analysis showed, in addition, that work stress and participants’ age appeared negatively, and the career-adaptability (CA) control factor, positively, as predictors of perceiving own emotions. Age and professional situation were negative and positive predictors, respectively, of the performance in understanding emotions, while the CA factors concern (F1), control (F2) and curiosity (F3) predicted the emotional regulation of the participants - negatively the CA- F1 and positively both CA-F2 and CA-F3. Thus, different contexts and other variables may play some role in the possible relationships between EI and the three professional variables investigated here.eng
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectInteligência emocionalpor
dc.subjectEstresse no trabalhopor
dc.subjectAdaptabilidade de carreirapor
dc.subjectAutoeficácia ocupacionalpor
dc.subjectEmotional intelligenceeng
dc.subjectWork stresseng
dc.subjectCareer adaptabilityeng
dc.subjectOccupational self-efficacyeng
dc.titleInteligência emocional e sua relação com as variáveis profissionais estresse no trabalho, adaptabilidade de carreira e autoeficácia ocupacionalpor
dc.title.alternativeEmotional intelligence and its relationship with the professional variables work stress, career adaptability and occupational self-efficacyeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Nascimento, Monalisa Muniz
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9444899939943716por
dc.description.resumoA Inteligência Emocional (IE) corresponde à capacidade de perceber, facilitar o pensamento, compreender e gerenciar as emoções e vem sendo relacionada com diversos fatores da vida – como, por exemplo, o trabalho. Esta pesquisa objetivou verificar relações entre IE e variáveis profissionais: estresse no trabalho, adaptabilidade de carreira e autoeficácia ocupacional de adultos inseridos no mercado de trabalho, a partir da coleta dos dados utilizando os instrumentos Bateria de Inteligência Emocional (BIE), Escala de Estresse no Trabalho (EET), Escala de Adaptabilidade de Carreira (EAC), Escala de Autoeficácia Ocupacional (EAO) e Questionário Socioeconômico. A amostra foi composta por 62 participantes, com idades entre 20 e 65 anos (M=31,8; DP=9,67; Md=29,5), de ambos os sexos com ligeira predominância de homens (51,6%; n=32), funcionários públicos (11,3%, n=7), privados (51,6%, n=32), prestadores de serviços (27,4%, n=17) ou trabalhadores informais/temporários (9,7%, n=6). Para a amostra deste estudo, foi possível observar que a inteligência emocional geral não se relacionou com as variáveis estresse no trabalho, adaptabilidade de carreira e autoeficácia ocupacional. O primeiro fator de percepção das emoções em si se correlacionou de forma negativa e forte com o estresse no trabalho, se correlacionou também de forma positiva e moderada com os fatores 2 (controle), 4 (confiança) e geral de adaptabilidade de carreira. O segundo fator de Compreensão das Emoções – referente à compreensão das transições emocionais, a pontuação total do teste de Compreensão das Emoções e o segundo fator de Regulação das Emoções – referente à utilização de estratégias ineficazes – se correlacionaram com o fator 1 (preocupação) de adaptabilidade de carreira, sendo as duas primeiras positivas e moderadas e a última negativa e moderada. Nenhum fator de IE se correlacionou com a autoeficácia ocupacional. Embora nenhuma das hipóteses correlacionais propostas nesta pesquisa – entre inteligência emocional (e seus fatores) e estresse no trabalho, adapatabilidade de carreira e autoeficácia ocupacional – tenha sido verificada, com apenas as correlações enumeradas para a amostra total, uma exploração adicional dos dados demonstra que algumas variáveis da IE se correlacionaram com as variáveis profissionais para populações específicas. A análise de regressão múltipla mostrou, por sua vez, que estresse no trabalho e idade dos participantes apareceram negativamente, e o fator controle da adaptabilidade de carreira (EAC), positivamente, como preditores da percepção das emoções em si. Idade e situação profissional foram preditores negativo e positivo, respectivamente, do desempenho em compreensão emocional, enquanto os fatores preocupação (F1), controle (F2) e curiosidade (F3) da EAC previram a regulação emocional dos participantes – de maneira negativa o EAC-F1 e de maneira positiva tanto o EAC-F2 quanto o EAC-F3. Assim, entende-se que diferentes contextos e outras variáveis podem desempenhar algum papel nas possíveis relações entre IE e as três variáveis profissionais aqui investigadas.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia - PPGPsipor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA COGNITIVApor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA DO TRABALHO E ORGANIZACIONALpor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/4161056524754781por


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