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dc.creatorStefane, Claudia Aparecida
dc.date.accessioned2016-06-02T19:35:48Z
dc.date.available2005-02-23
dc.date.available2016-06-02T19:35:48Z
dc.date.issued2003-10-10
dc.identifier.citationSTEFANE, Claudia Aparecida. Professores de educação física: diversidade e práticas pedagógicas.. 2003. 248 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2003.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/2296
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectPrática pedagógicapor
dc.subjectProfessores de educação físicapor
dc.subjectEducação interculturalpor
dc.subjectDiversidade cultural e racialpor
dc.titleProfessores de educação física: diversidade e práticas pedagógicas.por
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Mizukami, Maria da Graça Nicoletti
dc.contributor.advisor1Latteshttp://genos.cnpq.br:12010/dwlattes/owa/prc_imp_cv_int?f_cod=K4780792H3por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4796063D1por
dc.description.resumoO processo de globalização e a democratização do ensino fizeram com que a escola passasse a atender todos os alunos, advindos dos mais diferentes contextos sociais, econômicos e culturais. Diante das diferenças discentes, objetivou-se analisar as formas de enfrentamento dos docentes de Educação Física frente a situações que as envolviam. Participaram desta pesquisa 35 docentes (na 1a. fase) e 27 (na 2a. fase), dos 3º e 4º ciclos do ensino fundamental e do ensino médio da rede pública (municipal e estadual) de São Carlos (SP), que responderam a um questionário e a uma entrevista baseada em situações hipotéticas envolvendo alunos de raça, religião, composição física, sexo, orientação sexual diferentes, com deficiência (PNEE) ou com problemas de saúde. Os resultados apontam que os professores tinham interesse pelo sucesso dos alunos, mesmo restringindo o ensino a modalidades esportivas e exigindo a prática dentro dos padrões técnicos, o que colaborava para a transformação das diferenças em desigualdades. Diante das diferenças, esses professores adotavam ou não critérios especiais de participação. Para os PNEE, com problemas de saúde e casos particulares de alunas de religiões que limitavam o envolvimento nas aulas eram oferecidas atividades e funções alternativas. Nas situações envolvendo crenças e valores, eles exigiam a participação dos alunos em todas as atividades. Comentários jocosos e atitudes de exclusão surgiam entre os alunos quando estes não tinham habilidades físico/desportivas, exceções ocorriam com os alunos doentes ou deficientes. Os professores usavam estratégias entre sermões e discussão em classe, as quais, em geral, não eram eficientes para combatê-los e estavam carregadas de seus próprios preconceitos. Os enfrentamentos relatados apontam conhecimentos e competências obtidos na formação inicial e continuada, nas experiências profissionais e pessoais, orientados pelas condições de trabalho, pelas resistências às políticas públicas, por crenças e valores etc. Os professores decidiam qual prática docente adotar considerando mais crenças e valores pessoais do que conhecimentos acadêmicos. Consideradas as especificidades identificadas quanto à área e ao perfil profissional sugere-se a formação destes professores, o compromisso político e a realização de mudanças organizacionais, curriculares e estruturais na perspectiva de acesso e sucesso de todos os alunos.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educaçãopor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor


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