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dc.contributor.authorAmboni, Vanderlei
dc.date.accessioned2016-06-02T19:35:59Z
dc.date.available2015-03-02
dc.date.available2016-06-02T19:35:59Z
dc.date.issued2014-12-12
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/2356
dc.description.abstractThe thesis contains a study on the School in MST Camp: Institutionalization and Management of State Itinerant School Carlos Marighella. The problem of this study lies in the way of managing the traveling school in the MST camp, the contradiction is present with regard to the class struggle and interests defending, as Brazil is, par excellence, the land of large estates and, he, a deep social inequality in rural and urban areas, that can be characterized as social apartheid. In this regard, it is noteworthy that the construction of the Itinerant School has history and school history in the MST has the story of the struggle for agrarian reform. In these struggles, the Paraná bears the mark of the explosion of class struggle in the countryside, whose centrality is in the mechanization of agriculture, land concentration and construction of dams in Santiago Jump and Itaipu, which displaced more than 3,000 families from their land. In the struggle for land, northwest region of Paraná brings the land occupation and school occupation as dispute space. There is, in this struggle, the occupation of Fazenda Santa Filomena, in Planaltina of Paraná, and with it the construction of Camp Elias Gonçalves de Meura. This camp was built Itinerant School Marighella Carlos, who was born as a public school in 2004, which started teaching activities in a stable. Therefore, our purpose was to this school, meet its internal structure and forms of management. So our object is the school management. So we ask ourselves: How is the management of a school of MST in the capitalist state structure? There is an autonomous management from the State? Management mechanisms that are present in the Itinerant School? Collegiate bodies that are present in the school structure? How is the social control of the Itinerant School? In this sense, the school management is the MST or no state control over school management? Given these issues, our intention was to investigate the School Itinerant Carlos Marighella both the organizational aspects, the management, the administrative, educational and financial dimensions, from 2004 to 2013. Therefore, we undertook a bibliographic nature of research and interviews. In literature, the empirical sources consulted were the texts and MST works on education, and the documents produced by the MEC, SEED and State Councils of Education relevant to Education Field and Itinerant Schools. Besides these, we also drew the texts produced by several researchers who analyzed the Itinerant Schools in the different aspects of studies. Interviews were conducted with members of the MST Education Sector, educators and students of EI, public officials and school community camping. The reflections on the school management, despite being a singularity as pedógica experience, to be tensioned by the conflict of land, EI is not the government school, nor he directed. She is the dual management, but brings in your organization elements of the socialist school of work as selforganization in the training process. This is the meaning of this research thesis answered.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEducaçãopor
dc.subjectMovimento dos sem-terrapor
dc.subjectEducação do campopor
dc.subjectEscolas - organização e administraçãopor
dc.subjectReforma agráriapor
dc.subjectAcampamentopor
dc.subjectEscola itinerantepor
dc.subjectLand reformeng
dc.subjectRural educationeng
dc.subjectItinerant schooleng
dc.subjectSchool organizationeng
dc.titleA escola no acampamento do MST: institucionalização e gestão estatal da escola itinerante Carlos Marighellapor
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Bezerra Neto, Luiz
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4809080593333472por
dc.description.resumoA tese contém um estudo realizado sobre a Escola no Acampamento do MST: Institucionalização e Gestão Estatal da Escola Itinerante Carlos Marighella. O problema deste estudo situa-se na forma de administrar a escola itinerante no acampamento do MST, cuja contradição está presente no tocante à luta de classes e aos interesses que defende, pois o Brasil é, por excelência, a terra do latifúndio e, com ele, de uma profunda desigualdade social no campo e nas cidades, que podemos caracterizar como apartheid social. Neste particular, cabe ressaltar que a construção da Escola Itinerante tem história e a história da escola no MST tem a história das lutas por Reforma Agrária. Nestas lutas, o Paraná traz a marca da explosão das lutas de classes no campo, cuja centralidade está na mecanização da agricultura, concentração fundiária e construção das barragens de Salto Santiago e Itaipu, que desalojou mais de 3.000 famílias de suas terras. Na luta pela terra, a região noroeste do Paraná traz a ocupação da terra e a ocupação da escola como espaço de disputa. Tem-se, nesta luta, a ocupação da Fazenda Santa Filomena, em Planaltina do Paraná, e com ela a construção do Acampamento Elias Gonçalves de Meura. Neste acampamento foi construída a Escola Itinerante Carlos Marighella, que nasceu como escola pública no ano de 2004, e iniciou as atividades letivas em um estábulo. Diante disso, nosso propósito foi conhecer esta escola, conhecer sua estrutura interna e as formas de gestão. Assim, nosso objeto é a gestão da escola. Portanto, nos interrogamos: Como se dá a gestão de uma escola do MST na estrutura do Estado capitalista? Há uma gestão autônoma frente ao Estado? Que mecanismos de gestão estão presentes na Escola Itinerante? Que órgãos colegiados estão presentes na estrutura da Escola? Como se dá o controle social na Escola Itinerante? Neste sentido, a gestão da escola é do MST ou há o controle estatal sobre a gestão escolar? Diante destas questões, nossa intenção foi investigar a Escola Itinerante Carlos Marighella tanto nos aspectos organizativos, quanto de gestão, nas dimensões administrativas, pedagógicas e financeiras, no período de 2004 a 2013. Para tanto, empreendemos uma pesquisa de natureza bibliográfica e de entrevistas. Na pesquisa bibliográfica, as fontes empíricas consultadas foram os textos e obras do MST referentes à educação, bem como os documentos produzidos pelo MEC, SEED e Conselhos Estaduais de Educação pertinentes à Educação do Campo e às Escolas Itinerantes. Além destas, também recorremos a textos produzidos por diversos pesquisadores que analisaram as Escolas Itinerantes nos diferentes aspectos de estudos. As entrevistas foram realizadas com membros do Setor de Educação do MST, educadores e educandos da EI, agentes públicos e comunidade escolar acampada. Nas reflexões sobre a gestão escolar, apesar de ser uma singularidade como experiência pedógica, de ser tensionada pelo conflito da terra, a EI não é a escola do governo, nem por ele dirigida. Ela faz a gestão dual, mas traz na sua organização elementos da escola socialista do trabalho, como auto-organização no processo de formação. Este é o sentido da tese respondido nesta pesquisa.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - PPGEpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor
dc.contributor.authorlatteshttp://lattes.cnpq.br/9250782741810709por


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