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dc.creatorRosa, Júlia Mazinini
dc.date.accessioned2016-06-02T19:39:37Z
dc.date.available2013-09-06
dc.date.available2016-06-02T19:39:37Z
dc.date.issued2013-07-05
dc.identifier.citationROSA, Júlia Mazinini. O programa Escola Ativa e a gestão participativa em escolas no campo. 2013. 201 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2013.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/2678
dc.description.abstractActive School program was originated from the Colombian Escuela Nueva. It´s a strategy that aims to improve the quality of education in rural areas through the implementation of specific methodology and participatory management in multigrade schools. In Brazil, it has been deployed since 1997, primarily in the North, Northeast and Midwest regions, managed by Fundescola and funded in part by the World Bank. In its final phase, from 2008 to 2011, the program was expanded to all regions of Brazil, was managed by SECAD and funded entirely by the Brazilian Ministry of Education (MEC). Active School aims to develop autonomy in students and encourage the participation of rural communities in school management. This research aimed to analyze the possibilities of communities participation in school management and discuss what type of autonomy can be developed within the management perspective suggested by the program. We chose the municipality of São José do Rio Pardo as a locus of study. We adopted Gramsci, Marx, Engels and authors who discuss education and pedagogy based on them as theoretical references. This research was conducted through document analysis of Active School (Fundescola and MEC), World Bank and São José do Rio Pardo. We also conducted interviews and on site observations. We conclude that the autonomy that the student is able to develop is instrumental. The school management suggested by the program is strategic and not politic, so the participation of rural communities is also instrumental. However, Active School should be understood in its contradictory aspects, because it is possible that political participation (that is so important to rural schools) may happen in the context of strategic management.eng
dc.description.sponsorshipUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEducaçãopor
dc.subjectEscola ativapor
dc.subjectGestão participativapor
dc.subjectEducação do campopor
dc.subjectActive Schooleng
dc.subjectParticipative managementeng
dc.subjectRural educationeng
dc.titleO programa Escola Ativa e a gestão participativa em escolas no campopor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Bezerra, Maria Cristina dos Santos
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1095065753077001por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3922909960439360por
dc.description.resumoO programa Escola Ativa, originado do colombiano Escuela Nueva, é uma estratégia que tem como finalidade melhorar a qualidade do ensino em áreas rurais por meio da implementação de metodologia específica e de gestão participativa em escolas multisseriadas. No Brasil, foi implantado a partir de 1997, primeiramente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, gerenciado pelo Fundescola e financiado, em parte, pelo Banco Mundial. Em sua fase final, de 2008 a 2011, o programa foi expandido para todas as regiões do Brasil, passou a ser gerenciado pela SECAD e financiado inteiramente pelo MEC. O Escola Ativa pretende desenvolver a autonomia do aluno e estimular a participação das comunidades rurais na gestão escolar. A partir disto, esta pesquisa teve como objetivo analisar as possibilidades de participação das comunidades do campo na gestão da escola e discutir que tipo de autonomia pode ser desenvolvida dentro da perspectiva da gestão sugerida pelo programa. Escolhemos o município paulista de São José do Rio Pardo como locus de estudo. Adotamos como referencial teórico Gramsci, Marx, Engels e autores que discutem educação e pedagogia com base neles. Esta pesquisa foi realizada por meio de análise de documentos do Escola Ativa (do Fundescola e do MEC), do Banco Mundial e do município de São José do Rio Pardo. Acompanhamos o trabalho de pessoas diretamente envolvidas na implementação do programa no município e realizamos entrevistas e registros de observações in loco. Concluímos que a autonomia que o aluno do Escola Ativa é capaz de desenvolver é instrumental. A gestão da escola que o programa sugere é estratégica e não política, portanto, a participação das comunidades rurais também é instrumental. Todavia, o Escola Ativa deve ser compreendido em seus aspectos contraditórios, pois é possível que ocorra a participação política (tão importante para a escola no campo) no contexto da gestão estratégica.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educaçãopor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor


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