Show simple item record

dc.creatorBetetto, Mariana de Freitas
dc.date.accessioned2016-06-02T20:30:53Z
dc.date.available2012-05-30
dc.date.available2016-06-02T20:30:53Z
dc.date.issued2012-03-14
dc.identifier.citationBETETTO, Mariana de Freitas. Social representations of young people about work: an analisys built by professional training and first job experience. 2012. 144 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2012.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/6028
dc.description.abstractThe literature shows that the admission of young people in work force has positive and negative effects to his / her development. Given the current employment crisis and the legislation that foresees their inclusion in work as apprentices, it is important to analyze the social representations of young people whose admission in work force is mediated by preprofessional organizations, which should mediate the relationship between the apprentice and his first job experience, assuring him / her a temporary opportunity of qualification and labor. The goal of the research was to understand the social representations of the job among young people from 14 to 18 years old inserted as apprentices in a health insurance company located inwards Sao Paulo state. It was used the theoretical-methodological reference of the Social Representations Theory aiming to analyze how the social, historical and organizational effects of this type of insertion contributes to creating perceptions in youth about the job reality. It's about a case study involving the pre-professional entity, the health insurance company and the participation of 10 young apprentices from 16 to 17 years old, all students of High School in public schools of the city where the institutions that participates of the research are located. The social representations were collected by individual and group interviews, participant observation and bibliographic and documentary investigation. The data were analyzed by the construction of analytical categories a posteriori, that come from exhaustive and repeated readings of the results of interviews and records of field observations. Regarding the preprofessional organization, it was found that the type of qualification offered is disciplining and meets the capacity of the standard worker who is obedient and little flexible. The triangulation of information identified that young people represent the work ambiguously, showing positive and negative effects. The apprentices consider youth a period of preparation for work and very important for the professional future. The main advantages of the work pointed by them were: the provision for himself and family, the possibility of social mobility, the social contribution of labor (helping people), acquisition of responsibility and experience, support for school (guides the career choice), professional skills acquisition. Young people also showed the negative face of the job pointing, mainly, the lack of time to perform other activities such as study, leisure, living with relatives, among others. It was concluded that, from the apprentices' point of view, the job contributes more positively than negatively to their professional and personal development.eng
dc.description.sponsorshipUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectPsicologiapor
dc.subjectJuventudepor
dc.subjectTrabalhopor
dc.subjectRepresentação socialpor
dc.subjectTrabalho juvenil, Formação profissionalizantepor
dc.subjectPrimeiro empregopor
dc.subjectSocial representationeng
dc.subjectJuvenile jobeng
dc.subjectProfessional trainingeng
dc.subjectFirst jobeng
dc.titleRepresentações sociais de jovens sobre trabalho: uma análise construída a partir da formação profissionalizante e da experiência de primeiro empregopor
dc.title.alternativeSocial representations of young people about work: an analisys built by professional training and first job experienceeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Scopinho, Rosemeire Aparecida
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4770451465556845por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0582047286911582por
dc.description.resumoA literatura mostra que a entrada do jovem no mundo do trabalho tem aspectos positivos e negativos para o seu desenvolvimento. Diante da atual crise de emprego e da existência de legislação que prevê a inserção juvenil no trabalho como aprendizes, torna-se importante analisar as representações sociais de jovens cuja entrada no mundo do trabalho é mediada por entidades pré-profissionalizantes, que devem mediar a relação entre o aprendiz e sua primeira experiência de emprego, garantindo-lhe uma oportunidade temporária de qualificação e de trabalho. O objetivo geral da pesquisa foi compreender as representações sociais de trabalho entre jovens de 14 a 18 anos, inseridos como aprendizes em uma empresa de convênio médico, localizada no interior paulista. Utilizou-se o referencial teórico-metodológico da Teoria das Representações Sociais, visando analisar como dimensões históricas, sociais e organizacionais dessa modalidade de inserção contribuem para formar nos jovens percepções sobre a realidade do trabalho. Trata-se de um estudo de caso envolvendo a entidade préprofissionalizante, a empresa de convênio médico e a participação de 10 jovens aprendizes, de 16 e 17 anos, todos estudantes do Ensino Médio de escolas públicas da cidade onde se localizam as instituições participantes da pesquisa. As representações sociais foram apreendidas por meio de entrevistas individuais e coletivas, observação participante, investigação documental e bibliográfica. As informações foram analisadas pela construção de categorias analíticas a posteriori, que advêm de leituras exaustivas e repetidas do resultado das entrevistas e dos registros de observações de campo. Em relação à entidade préprofissionalizante, foi possível constatar que o tipo de qualificação oferecida é disciplinadora e atende a capacitação do operário padrão obediente e pouco flexível. A triangulação das informações permitiu identificar que os jovens representam o trabalho de forma ambígua, evidenciando aspectos positivos e negativos. Os aprendizes consideram a juventude um período de preparação para o trabalho e muito importante para o futuro profissional. As principais vantagens do trabalho apontadas por eles foram: o provimento para si e a família; a possibilidade de ascensão social; a contribuição social do trabalho (ajudar pessoas); adquirir responsabilidade e experiência; apoio à escola (norteia a escolha profissional); adquirir qualificação profissional. Os jovens também evidenciaram a negatividade do trabalho em suas representações, apontando principalmente para a falta de tempo para a realização de outras atividades como estudo, lazer, convivência com familiares, entre outras. Concluiu-se que, na visão dos aprendizes, o trabalho contribui mais positivamente do que negativamente para o desenvolvimento profissional e pessoal destes.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia - PPGPsipor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApor


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record