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dc.creatorMelo, Thainara Granero de
dc.date.accessioned2016-09-13T19:43:51Z
dc.date.available2016-09-13T19:43:51Z
dc.date.issued2015-03-10
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/7125
dc.description.abstractThe problem of participation is constantly discussed in the studies about self-managed cooperatives. The participation in rural settlements was studied by different points of view, more or less optimistic, but either consensual or conclusive. In any case in the literature review we verified multiple factors that contribute for workers difficult to truly participate in this organizations, particularly because the access to credit lines and public policies to familiar agriculture are conditioned to cooperatives creation. The goal of this master’s research was think about this problem by the study of the meanings assigned by rural workers of Cooperares, a cooperative in the Mario Lago Rural Settlement, city of Ribeirão Preto, state of Sao Paulo, Brazil. In qualitative perspective, the empiric research was built by three different moments: theoretical, bibliographic and documental surveying data; cooperative meetings observation; and semistructure interviews with ten workers and two mediators, one of the Landless Workers Movement (MST) and one of the settlement’s technical assistance. The analysis was made by the triangulation of different data sources. From the relational point of view, we identified that the instrumental participation in the cooperative was produced by a pool of psychosocial forces that reinforced institutional and symbolic dependencies. Also the senses about the cooperative has not connection with the meanings of self-management work. On the other hand, the cooperative assumed recognition and belonging functions for the workers, bounded by evangelic values. This different forces revealed that the way which development rural policies in Brazil were conceived and applied reinforce an occasional cooperativism by the need to access public policies, whose participation meaning also is misused by the State to control the workers and strengthen hegemonic interests.eng
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectParticipationeng
dc.subjectsenseseng
dc.subjectcooperativismeng
dc.subjectrural settlementseng
dc.subjectCooperarespor
dc.subjectRibeirão Pretopor
dc.subjectParticipaçãopor
dc.subjectsentidospor
dc.subjectassentamentos ruraispor
dc.subjectCooperarespor
dc.titleSentidos do trabalho e formas de participação : o caso da Cooperares - Cooperativa de Produtores Rurais de Agrobiodiversidade Ares do Campo, Assentamento Mário Lago, Ribeirão Preto-SPpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Scopinho, Rosemeire Aparecida
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4770451465556845por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2048855070049817por
dc.description.resumoO problema da participação é tema recorrente nos estudos sobre cooperativas autogestionárias. Nos assentamentos rurais a participação foi estudada sob diferentes pontos de vista, mais ou menos otimistas a respeito do papel das cooperativas, cujas conclusões não são consensuais ou conclusivas. De todo modo, a literatura constatou que há uma ordem de fatores que contribuem para a dificuldade de participação real dos trabalhadores nestas organizações, especialmente porque o acesso de linhas de crédito e políticas da agricultura familiar estão condicionados a criação de cooperativas. O objetivo desta pesquisa de mestrado foi pensar neste problema por meio do estudo dos sentidos atribuídos por trabalhadores da Cooperares, cooperativa localizada no Assentamento Mário Lago, em Ribeirão Preto, estado de São Paulo. A pesquisa empírica, de perspectiva qualitativa, foi construída por três momentos distintos e complementares: o levantamento teórico/bibliográfico/documental, as observações das reuniões da cooperativa e entrevistas semiestruturadas com dez cooperados, e dois mediadores – um representante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e um representante do serviço de assistência técnica e extensão rural do assentamento. A análise se deu pela triangulação entre as diferentes fontes de informações. Do ponto de vista relacional, identificou-se que a participação instrumental dos sujeitos na cooperativa era produzida por uma conjunção de forças psicossociais que reforçavam dependências institucionais e simbólicas do grupo. Também os sentidos atribuídos à cooperativa não tinham ligação com o sentido de trabalho preconizado pela autogestão. Por outro lado, a cooperativa cumpria função de reconhecimento e pertencimento para os sujeitos, ligados pelos valores da religião evangélica. Estas diferentes forças revelaram, no plano institucional, que o modo como as políticas de desenvolvimento rural tem sido pensadas e praticadas no país reforçam um cooperativismo por ocasião das necessidades de acessar políticas públicas, e cujo sentido de participação também é instrumentalizado pelo Estado a fim de controlar os trabalhadores e reafirmar interesses hegemônicos.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Psicologiapor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA DO TRABALHO E ORGANIZACIONAL::ANALISE INSTITUCIONALpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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