Nem a dor, nem o sofrimento, escrevo para que eu continue sendo refeita: escrevivência, educação e memória

dc.contributor.advisor1Dinis, Nilson
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9901790534758296
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8596-1577
dc.contributor.authorSantos, Daiane
dc.contributor.authorlatteshttps://lattes.cnpq.br/0833748060639678
dc.contributor.authororcidhttps://orcid.org/0000-0001-6135-7431
dc.date.accessioned2025-09-04T11:59:41Z
dc.date.issued2025-08-18
dc.description.abstractEn esta escrevivência (escribir-viviendo), tejí estrategias de supervivencia y resistencia que elaboré como niña y mujer negra en mi tránsito por los espacios educativos. Fundamentada en el concepto de escrevivência de Conceição Evaristo (2016; 2020) y el principio de encruzilhada (encrucijada) de Leda Maria Martins (2003), reúno fragmentos y registros crudos de los manuscritos de mis diarios desde la secundaria hasta la maestría (2012-2021), y del doctorado (2022-2025). Desde ahí, narro cómo mi cuerpo experimentó tránsitos y desplazamientos en espacios formativos familiares, religiosos y académicos. A continuación, expongo las contradicciones y potencialidades de cada espacio, denunciando las desigualdades étnico-raciales ante estructuras vigentes. Doy cuenta de cómo la escritura actuó como fuerza de reinvención y cómo redes de cuidado (afectivas, familiares, institucionales) sustentaron mi existencia. Afirmo que esta escrevivência es en sí misma una tecnología de resistencia negra: las vivencias encarnadas revelan que mediante la escritura, el cuerpo disidente, operando en la encrucijada de tiempos y memorias, produce conocimiento-vida.spa
dc.description.resumoNesta escrevivência, costuro estratégias de sobrevivência e resistência que elaborei como menina e mulher negra nos espaços educacionais que transitei. Fundamentada no conceito de escrevivência de Conceição Evaristo (2016; 2020) e no princípio da encruzilhada de Leda Maria Martins (2003), reúno fragmentos dos meus diários manuscritos (2012-2021), registros crus do ensino médio ao mestrado, e dos diários construídos durante o percurso do doutorado (2022-2025). A partir disso, narro como meu corpo experimentou trânsitos e deslocamentos no espaço formativo familiar, religioso e acadêmico. Em continuidade, apresento as contradições e potencialidades de cada um desses espaços, à medida que também denuncio as desigualdades étnico-raciais existentes frente às estruturas vigentes. Mostro como a escrita atuou como força de reinvenção e como as redes de cuidado sustentaram minha existência. Afirmo que esta escrevivência é em si uma tecnologia de resistência negra, uma vez que as vivências encarnadas revelam que o corpo dissidente, operando na encruzilhada de tempos e memórias, produz conhecimento-vida por meio da escrita.por
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.identifier.citationSANTOS, Daiane. Nem a dor, nem o sofrimento, escrevo para que eu continue sendo refeita: escrevivência, educação e memória. 2025. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/22686.por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.14289/22686
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos
dc.publisher.addressCampus São Carlos
dc.publisher.initialsUFSCar
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - PPGE
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectEscrevivênciapor
dc.subjectEscritapor
dc.subjectMemóriapor
dc.subjectEducaçãopor
dc.subjectMulher Negrapor
dc.subjectEscrevivenciaspa
dc.subjectEscrituraspa
dc.subjectMemoriaspaspa
dc.subjectEducaciónspa
dc.subjectMujer Negraspa
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAO
dc.titleNem a dor, nem o sofrimento, escrevo para que eu continue sendo refeita: escrevivência, educação e memóriapor
dc.title.alternativeNi el dolor, ni el sufrimiento: Escribo para seguir rehaciéndome. escrivivencia, educación y memoriaspa
dc.typeTese

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