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dc.creatorPires, Andréia Juliana
dc.date.accessioned2020-10-16T11:46:42Z
dc.date.available2020-10-16T11:46:42Z
dc.date.issued2020-08-27
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/13345
dc.description.abstractThis dissertation aims to get to know the perceptions of young and adult workers of Companhia Brasileira de Alumínio about the company they work for. CBA developed peculiar relations with its workers and with the municipality of Alumínio in general, relations common to a specific type of factory: the city-factories. The concept of generation was central to this study. From Karl Mannheim's sociological approach, we sought to understand whether the perceptions that workers presented about the factory were impacted by the dimensions that characterize generational groups. For this, an exploratory and qualitative research was carried out through semi-structured interviews with six employees (five men and one woman), of different ages, aiming to understand similarities and differences between young and adult workers on the image formed by company, forms of entry, working conditions, career and the relationship between young people and adults, in addition to looking at their projects for a recent future amid profound changes in the world of work. The analysis of the interviews showed that the adults showed a stronger bond with the company, including an affective one, strongly influenced by the family context. Young people were more reticent in relation to the experience in the company, with more critical and problematic statements, revealing differences in perceptions in relation to adults. At the same time, it is also possible to conclude that the boundaries that delimit the perceptions of young people and adults have not always been shown to be rigid, being that sometimes they are attenuated and made more flexible, showing the complexity of the contradictions, recurrences and ambiguities that emerge in the workers' statements.por
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectFábrica-cidadepor
dc.subjectGeraçãopor
dc.subjectTrabalhopor
dc.subjectJuventudepor
dc.subjectAlumíniopor
dc.subjectFactory-citypor
dc.subjectGenerationpor
dc.subjectJobpor
dc.subjectYouthpor
dc.subjectAluminumpor
dc.titleUma fábrica-cidade: percepções de duas gerações de trabalhadorespor
dc.title.alternativeA factory-city: perceptions of two generations of workerspor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Corrochano, Maria Carla
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/771435397558525por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6091681058269058por
dc.description.resumoEsta dissertação tem por objetivo conhecer as percepções de trabalhadores jovens e adultos, funcionários da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), sobre a empresa que trabalham. A CBA desenvolveu relações peculiares com seus trabalhadores e com o município de Alumínio de maneira geral, relações comuns a um tipo específico de fábrica: as fábricas-cidade. O conceito de geração foi central neste estudo. A partir da abordagem sociológica de Karl Mannheim buscou-se compreender se as percepções que os trabalhadores apresentaram sobre a fábrica foram impactadas pelas dimensões que caracterizam os grupos geracionais. Para isso, realizou-se uma pesquisa de caráter exploratório e qualitativo por meio de entrevistas semiestruturadas com seis funcionários (cinco homens e uma mulher) de diferentes idades, objetivando compreender semelhanças e diferenças entre trabalhadores jovens e adultos sobre a imagem formada da empresa, formas de ingresso, condições de trabalho, carreira e a própria relação entre jovens e adultos, além do olhar para seus projetos para um futuro recente em meio às profundas transformações no mundo do trabalho. A análise das entrevistas permitiu perceber que os adultos mostraram ter um vínculo mais forte com a empresa, inclusive de caráter afetivo, influenciados fortemente pelo contexto familiar. Os jovens foram mais reticentes em relação à experiência na empresa, com falas mais críticas e problematizadoras, revelando diferenças de percepções em relação aos adultos. Ao mesmo tempo, também é possível concluir que as fronteiras que delimitam as percepções de jovens e adultos não se mostraram sempre rígidas, sendo que por vezes se atenuam e flexibilizam, evidenciando a complexidade das contradições, recorrências e ambiguidades que emergem nas falas dos trabalhadores.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - PPGEd-Sopor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAOpor
dc.publisher.addressCâmpus Sorocabapor


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