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dc.creatorLins, Sarah Raquel Almeida
dc.date.accessioned2019-01-31T17:45:15Z
dc.date.available2019-01-31T17:45:15Z
dc.date.issued2018-10-26
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/10887
dc.description.abstractThe World Health Organization and recent studies indicate that schools have been receiving students with mental health disorders, but little is known about these children and how teachers have acted with them. Teachers report insecurity to deal with this public and it has been indicated that providing knowledge on child and adolescent mental health (CAMH) to those involved with the school context can be a potent strategy. The present research objective was firstly to understand teachers’ – from primary and secondary levels – daily school routines in dealing with students in psychological distress and, secondly, to offer these teachers a course about CAMH focused on the school context. Study 1 refers to a quantitative, transverse and descriptive research that involved: the identification of the teachers’ conception of children’s mental health, the school reality as well the demands with this public. 164 public school teachers (104 from regular classrooms and 60 from multifunctional-resource classrooms) participated in the study, all of them were linked to the local education network of two medium-sized cities in the state of São Paulo, and they answered two questionnaires. The results revealed that the actions taken by teachers concerning children with mental health disorders are: adaptation of resources, activities and curriculum, dialogue with students and their families, and partnerships between the regular classroom teacher and the resource room teacher. It has been shown that teachers have difficulty speaking about CAMH, due to the little theoretical and practical apparatus in this field. They recognize the importance of knowing more about the subject and suggest themes to compose an educational project in this area, such as: CAMH, intervention strategies and how to present case studies. It discusses the importance of approaching issues related to CAMH in school as a way to support the diversity present in this public with which teachers to achieve both educational and social inclusion. Whereas the Study 2 involved a pilot study on the proposal of a course, application and initial assessment of intervention focusing on the theme “Child Mental Health: Building Knowledge with Multifunctional-Resource Room Teachers”. The course consisted of a 30-hour workload and was developed in eight face-to-face meetings intertwined with out-of-classroom activities, focusing on the daily school routine which distances itself from a medico-centered approach. 53 female teachers who work in multifunctional-resource rooms, linked to the education network of two municipalities in the state of São Paulo, who had participated in Study 1, participated in this second study and answered a questionnaire. The participants evaluated positively the course focusing on the daily practice, and they suggested changes in the way of seeing and relating to the students, treating them with more empathy, understanding and respect. The teachers revealed that they shared the course material with other professionals and showed an interest to delve into the subject. For new course formats, participants proposed a more focused approach onto households as well as the attendance of regular classroom teachers and school managers. Teachers do have both demands and interest in the subject of CAMH and understand that this is a reality of the school routine that has implications in the children’s possibilities of staying, coexisting and learning there. In conclusion, addressing children’s mental health with teachers can contribute to the strengthening of the teacher’s own actions, as well as to the effectiveness of the educational and social inclusion process.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectEducação especialpor
dc.subjectSaúde e educaçãopor
dc.subjectSaúde mentalpor
dc.subjectTerapia ocupacionalpor
dc.subjectFormação de professorespor
dc.subjectSpecial educationeng
dc.subjectHealth and educationeng
dc.subjectMental healtheng
dc.subjectOccupational therapyeng
dc.subjectTeacher trainingeng
dc.titleSaúde mental infantojuvenil e inclusão escolar: desafios, demandas e proposição de formação continuada para professorespor
dc.title.alternativeChildhood mental health and school inclusion: challenges, demands and proposal of continued teacher trainingeng
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Matsukura, Thelma Simões
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5611215381682164por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9370082703685790por
dc.description.resumoA Organização Mundial de Saúde e estudos recentes apontam que as escolas têm recebido alunos com problemas de saúde mental, mas pouco se sabe sobre estas crianças e sobre como os professores têm atuado com elas. Professores relatam insegurança para lidar com este público e tem sido indicado que disponibilizar conhecimentos sobre saúde mental infantojuvenil (SMIJ) junto aos envolvidos com o contexto escolar pode ser uma potente estratégia. A presente pesquisa objetivou compreender o cotidiano escolar de professores do ensino regular Infantil e Fundamental na lida com alunos em sofrimento psíquico e apresentar uma proposição de formação continuada sobre SMIJ e o contexto escolar destinada a professores. O Estudo 1 refere-se a uma pesquisa quantiqualitativa, transversal e descritiva, que envolveu a identificação da concepção dos professores sobre a saúde mental infantojuvenil, sobre a realidade escolar bem como as demandas sobre este público. Participaram do estudo 164 professores do ensino público (104 de salas regulares e 60 de salas de recursos), todos vinculados à rede de educação municipal de duas cidades de médio porte do estado de São Paulo, e que responderam a dois questionários. Os resultados revelaram que dentre as ações realizadas pelos professores junto às crianças com problemas de saúde mental têm-se: a adaptação de recursos, atividades e currículo, o diálogo com o aluno e com seus familiares e parcerias entre professor de sala regular e professor de sala de recursos. Revelou-se que os professores têm dificuldade de falar sobre SMIJ devido ao pouco aparato teórico e prático neste campo. Eles reconhecem a importância de conhecer mais sobre o assunto e sugerem temas para compor uma proposta de formação na área, dentre eles: SMIJ, estratégias de intervenção e a apresentação de estudos de caso. Discute-se sobre a importância da abordagem de temas relacionados à SMIJ na escola como forma de apoiar a diversidade presente neste público com o qual os professores atuam, para efetivar a inclusão escolar e social. Já o Estudo 2 envolveu um estudo piloto de proposição de formação continuada, aplicação e avaliação inicial de intervenção focalizando a temática “Saúde mental infantojuvenil: construindo saberes com professores de salas de recursos multifuncionais”. A formação contou com carga horária de 30 horas e foi desenvolvida em oito encontros presenciais intercalados com atividades a distância, adotando como enfoque o cotidiano escolar distanciado de uma abordagem médico-centrada. Participaram do estudo 53 professoras de salas de recursos vinculadas à rede de educação de dois municípios do estado de São Paulo, que haviam participado do Estudo 1, e que responderam a um questionário. As participantes avaliaram positivamente a formação para a prática cotidiana, e apontaram para mudanças na forma de ver e de se relacionar com o aluno, referindo mais empatia, compreensão e respeito. As professoras revelaram que compartilharam o material da formação continuada junto a outros profissionais e indicaram interesse em se aprofundar sobre o tema. Para novos formatos, as participantes sugeriram a abordagem mais focalizada sobre as famílias bem como a participação de professores de salas regulares e dos gestores da escola. Discute-se que os professores têm demandas e interesse na temática da SMIJ e compreendem que esta é uma realidade do cotidiano escolar que tem implicações nas possibilidades de permanência, convivência e aprendizado das crianças. Conclui-se que abordar a saúde mental infantojuvenil junto a professores pode contribuir para o fortalecimento das ações do próprio professor, bem como para a efetivação do processo de inclusão escolar e social.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educação Especialpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAO::EDUCACAO ESPECIALpor
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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