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dc.creatorTeixeira, Isabela de Oliveira
dc.date.accessioned2019-07-16T13:56:21Z
dc.date.available2019-07-16T13:56:21Z
dc.date.issued2019-02-15
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/11502
dc.description.abstractStimulus discrimination is an important repertoire, which is the basis for acquiring complex skills. Investigating critical variables related to the discrimination process is particularly important for participants with some type of intellectual disability and/or developmental delay. The present study had the objectives of analyzing the effect of different delay times on tasks of conditional, identity, and arbitrary discrimination in adolescents with and without intellectual disability, and of identifying, through participants’ reports, precurrent behaviors during the time between the removal of the sample stimuli and presentation of the comparison stimuli. Participants were eight individuals with no disability and six with intellectual disabilities. They were aged between eleven and fourteen years old and attended regular schools. Five participants were boys with typical development and two were boys with intellectual disability (one had Down syndrome). There were three girls with typical development and four with intellectual disability (one had Down syndrome). The procedure consisted of pre-training; teaching identity relations through matching-to-sample (MTS), with continuous and intermittent reinforcement; delayed matching-to-sample (DMTS) tests, with 0, 2, 4, 6, and 8-second delays; teaching arbitrary relationships through MTS, with continuous and intermittent reinforcement and testing with DMTS, with 0, 2, 4, 6, and 8-second delays. After the last experimental session, participants were asked about any strategies used during the DMTS tasks. We analyzed data individually by comparing each participant’s performance throughout the procedure (training and tests) for identity and arbitrary relations. The results showed that the eight participants without disabilities and two participants with intellectual disabilities went through the identity and arbitrary conditional discrimination training and tests using the proposed procedure. Four participants with intellectual disability went through the proposed identity training but required an additional procedure to establish arbitrary relations. As the delay increased, performance decreased, especially for participants with intellectual disabilities – specifically those with Down syndrome. Performance was more impaired in the arbitrary than in the identity conditional discrimination tasks. According to participants’ reports, the most obvious strategy used during the procedure was “vocal repetition”. However, participants with disabilities had difficulties in reporting the strategy used, unlike the participants without intellectual disabilities, who did not. These results are relevant to further our understanding of ‘delay’ as a variable controlling recall behavior (“remembering”) and may improve teaching procedures, especially for precurrent behaviors of people with intellectual disabilitieseng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectEducação Especialpor
dc.subjectDeficiência intelectualpor
dc.subjectMemóriapor
dc.subjectSpecial Educationeng
dc.subjectIntellectual Disabilityeng
dc.subjectMemoryeng
dc.subjectDelayed Matching to Sample (DMTS)eng
dc.titleEfeitos do atraso em tarefas de discriminação condicional em participantes com e sem deficiência intelectualpor
dc.title.alternativeEffects of delay in discrimination conditional tasks on participants with and without intellectual disabilityeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Postalli, Lidia Maria Marson
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2748282330028870por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4843142572021146por
dc.description.resumoA discriminação de estímulos é um importante repertório, que é base para aquisição de habilidades complexas, investigar variáveis críticas relacionadas ao processo de discriminação é particularmente importante para participantes com algum tipo de deficiência intelectual e/ou atrasos de desenvolvimento. A presente pesquisa teve como objetivo analisar o efeito de diferentes tempos de atraso em tarefas de discriminação condicional, de identidade e arbitrária, em adolescentes com e sem deficiência intelectual e identificar, por meio do relato dos participantes, o comportamento precorrente utilizado durante o tempo entre a retirada do estímulo modelo e apresentação dos estímulos de comparação. Participaram do estudo oito indivíduos sem deficiência e seis com deficiência intelectual, com idades entre onze e quatorze anos, que frequentavam a escola regular. Desses, cinco meninos com desenvolvimento típico, dois com deficiência intelectual, sendo um deles com síndrome de Down; e três meninas com desenvolvimento típico e quatro com deficiência intelectual, sendo uma delas com síndrome de Down. O procedimento consistiu em pré-treino; treino para ensino das relações de identidade por meio do emparelhamento com o modelo (MTS), com reforço contínuo e intermitente; testes com emparelhamento com o modelo atrasado (DMTS), com atraso de 0, 2, 4, 6, 8 segundos; ensino das relações arbitrárias por meio do MTS, com reforço contínuo e intermitente e testes com DMTS, com atraso de 0, 2, 4, 6, 8 segundos. Após a última sessão experimental, foi perguntado ao participante sobre as estratégias usadas nas tarefas de emparelhamento com atraso. A análise dos dados foi realizada individualmente, comparando o desempenho do participante ao longo do procedimento (treinos e testes) para relações de identidade e relações arbitrárias. Os resultados mostraram que os oito participantes sem deficiência e duas participantes com deficiência intelectual realizaram os treinos e testes de discriminação condicional de identidade e arbitrária com o procedimento proposto e quatro participantes com deficiência intelectual realizaram treino de identidade proposto, no entanto necessitaram de procedimento adicional para estabelecimento das relações arbitrárias. Os resultados mostraram que, com o aumento do atraso houve queda do desempenho dos participantes, principalmente, com deficiência intelectual, mais especificamente os participantes com síndrome de Down; e que os desempenhos foram mais prejudicados nas tarefas de discriminações condicionais arbitrárias do que na de identidade. De acordo com o relato dos participantes a estratégia mais evidente, utilizada durante o procedimento, denomina-se como ensaio (repetição). No entanto os participantes com deficiência intelectual apresentaram dificuldade em relatar a estratégia utilizada, ao contrário dos participantes sem deficiência. Os resultados diante da variável manipulada são relevantes para a compreensão da variável atraso como controle do comportamento de lembrar, o que pode favorecer o planejamento de procedimentos de ensino, principalmente de comportamentos precorrentes, sobretudo envolvendo pessoas com deficiência intelectual.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educação Especialpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::ENSINO-APRENDIZAGEMpor
dc.description.sponsorshipIdCNPq: 132589/2017-6por
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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