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dc.creatorCosta, Ailton Barcelos da
dc.date.accessioned2019-07-17T20:11:02Z
dc.date.available2019-07-17T20:11:02Z
dc.date.issued2019-02-27
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/11523
dc.description.abstractThis research had the general objective of evaluating mathematical skills of counting and measurement of children and adolescents with visual impairment, being organized in two studies. Initially, a general presentation was made, with the main definitions and citations of researches subsidiary to the Studies. The aim of Study 1 was to identify and analyze the empirical studies on the teaching of mathematical repertoires for people with visual impairment in the national and international scientific literature between the years 2001 and 2016. In the first stage we searched for empirical studies on the teaching of mathematical repertoires for people with visual impairment, from the point of view of Behavior Analysis, however, no article on the subject was found for selection and reading. In the next step, we searched for empirical studies on the teaching of mathematical repertoires for all audiences, from the point of view of Behavior Analysis, and there was a predominance of publications about the teaching of mathematics to students with typical development. In the third step, we searched for empirical studies on the teaching of mathematical repertoires for people with visual impairment, regardless of the approach used. The mathematical content selected in the research was characterized as basic mathematics, being part of the regular curriculum of Elementary School I and few studies involved counting and measurement. No studies on teaching or initial assessment of mathematical skills by Behavior Analysis for visually impaired participants were identified. Study 2 aimed to develop a protocol for assessing mathematical skills of counting and measurement for children and adolescents with visual impairment and to test their application. Twelve people with visual impairment, aged between 5 and 16 years, lived in cities in the interior of the State of São Paulo. The procedure, based on the studies analyzed in the literature review, consisted of a survey of the initial repertoire of the participants, using concrete materials and oral instructions, without the offer of tips. A protocol for recording responses in different tasks was used. The construction and definition of the material happened after a pilot application with a person with low vision and another blindfolded person. In the protocol, the information in the form of a spreadsheet was presented in the following order: material, initial instructions on the material, task to be performed with simple instructions and space for recording the response. The material was composed of wooden cubes, squares of plastic material, and strings stiffened with Liquid White Cola. As results, eight participants had greater ease in measuring activities, two in counting, and two with equal performance in both types of activities. The data also indicate that younger participants, five and six years old, made more mistakes than older participants, regardless of having low vision or blindness. These results may be related to the type of content to which the participants were exposed, since the tasks proposed by the protocol were related to pre-arithmetic skills, considered prerequisites for the learning of complex mathematical skills. The performance of the participants was successful in solving the protocol tasks. The execution of the items suggests that the protocol can undergo changes in future research, with four sessions of 24 attempts, besides the reduction in the size of the cubes and replacement of the strings with other material. As a general conclusion, this research met its overall goal, as it was able to produce a mathematical skills assessment protocol for visually impaired people.eng
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)por
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rights.uriAcesso abertopor
dc.subjectEducação Especialpor
dc.subjectHabilidade matemáticaspor
dc.subjectDeficiência visualpor
dc.subjectAnálise do comportamentopor
dc.subjectSpecial Educationeng
dc.subjectMathematics skilleng
dc.subjectVisual impairmenteng
dc.subjectBehavior analysiseng
dc.titleAvaliação das relações pré-aritméticas em crianças e adolescentes com deficiência visualpor
dc.title.alternativeEvaluation of pre-arithmetic relationships in teenagers with visual impairmenteng
dc.typeTesepor
dc.contributor.advisor1Gil, Maria Stella Coutinho de Alcântara
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1673770301699940por
dc.contributor.advisor-co1Elias, Nassim Chamel
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4216525883778695por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4958516098083437por
dc.description.resumoEsta pesquisa teve o objetivo geral de avaliar habilidades matemáticas de contagem e medida de crianças e adolescentes com deficiência visual, estando organizada em dois estudos. Inicialmente, foi feita uma apresentação geral, com as principais definições e citações de pesquisas subsidiárias aos Estudos. O Estudo 1 teve por objetivo identificar e analisar os trabalhos empíricos sobre o ensino de repertórios matemáticos para pessoas com deficiência visual, na literatura científica nacional e internacional, entre os anos de 2001 e 2016. Na primeira etapa foram feitas buscas relativas aos estudos empíricos sobre o ensino de repertórios matemáticos para pessoas com deficiência visual, do ponto de vista da Análise do Comportamento, entretanto, nenhum artigo sobre a temática foi encontrado para seleção e leitura. Na etapa seguinte, foram feitas buscas relativas aos estudos empíricos sobre o ensino de repertórios matemáticos para todos os públicos, do ponto de vista da Análise do Comportamento, existindo o predomínio de publicações sobre o ensino de matemática a alunos com desenvolvimento típico. Na terceira etapa foram feitas buscas relativas aos estudos empíricos sobre o ensino de repertórios matemáticos para pessoas com deficiência visual, independentemente da abordagem utilizada. O conteúdo matemático selecionado nas pesquisas foi caracterizado como matemática básica, fazendo parte do currículo regular do Ensino Fundamental I e poucos estudos envolveram contagem e medida. Não foram identificados estudos sobre ensino, ou avaliação inicial de habilidades matemáticas pela Análise do Comportamento para participantes com deficiência visual. O Estudo 2 teve como objetivo desenvolver um protocolo de avaliação de habilidades matemáticas de contagem e medida para crianças e adolescentes com deficiência visual e testar a sua aplicação. Participaram 12 pessoas com deficiência visual, com idades entre 5 e 16 anos, residentes em cidades do interior do Estado de São Paulo. O procedimento, criado a partir dos estudos analisados na revisão da literatura, consistiu de levantamento do repertório inicial dos participantes, empregando-se materiais concretos e instruções orais, sem o oferecimento de dicas. Foi usado um protocolo de registro de respostas em diferentes tarefas. A construção e a definição do material aconteceram após aplicação piloto com uma pessoa com baixa visão e outra pessoa vendada. No protocolo, foram apresentadas as informações, em forma de planilha, na seguinte ordem: material, instruções iniciais sobre o material, tarefa a ser executada com instruções simples e espaço para registro da resposta. O material foi composto por cubos de madeira, quadrados de material plástico, e barbantes enrijecidos com Cola Branca Líquida. Como resultados, nota-se que oito participantes tiveram maior facilidade em atividades de medida, dois em contagem, e dois com desempenho igual em ambos os tipos de atividades. Os dados também indicam que os participantes mais novos, de cinco e seis anos de idade, cometeram mais erros que os mais velhos, independente de terem baixa visão ou cegueira. Estes resultados podem estar relacionados ao tipo de conteúdo aos quais os participantes foram expostos, pois as tarefas propostas pelo protocolo estavam relacionadas a habilidades pré-aritméticas, consideradas pré-requisitos para a aprendizagem de habilidades matemáticas complexas. O desempenho dos participantes foi bem-sucedido na resolução das tarefas do protocolo. A execução dos itens sugere que o protocolo pode sofrer alterações em futuras pesquisas, ficando com quatro sessões de 24 tentativas, além da redução no tamanho dos cubos e substituição dos barbantes por outro material. Como conclusão geral, esta pesquisa satisfez seu objetivo geral, uma vez que conseguiu produzir um protocolo de avaliação de habilidades matemáticas para pessoas com deficiência visual.por
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educação Especialpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAOpor
dc.description.sponsorshipIdCNPq: 159054/2014-1por
dc.description.sponsorshipIdCAPES: Código de Financiamento 001por
dc.ufscar.embargoOnlinepor
dc.publisher.addressCâmpus São Carlospor


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