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dc.creatorPereira, Ana Carina Stelko
dc.date.accessioned2016-06-02T19:46:07Z
dc.date.available2009-09-16
dc.date.available2016-06-02T19:46:07Z
dc.date.issued2009-02-09
dc.identifier.citationPEREIRA, Ana Carina Stelko. Violência em escolas com características de risco contrastantes. 2009. 255 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2009.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/3031
dc.description.abstractThe school context was pointed out as favorable in regards to violence prevention efforts. However, Brazilian studies revealed the existence of violence in the schools, in spite of the absence of valid instruments, and most studies without strict scientific methods. In addiction, these studies did not evaluate different violence risk schools, and few investigated its contributing factors. The present study encompasses two parts. Study 1 had as objectives: (a) to develop and conduct the apparent validity of an instrument to assess school violence, and (b) to develop and perform a pilot test of an instrument aimed at assessing school employees` perception about how a school violence prevention program should be. Study 2 characterized the violence experienced in three schools with diverse risk indicators, according to multiple informants, as well as the perception of the staff about school violence prevention, using the instruments developed in Study 1. Participants involved 706 students, from grades 5-8th, 88 employees of three public schools of Curitiba (Southern Brazil) and six researchers in the area of violence. The instruments were efficient and had good acceptance by the participants. Violence rates in the schools were high regardless of the risk that they were exposed to. Antecedents to aggressive behaviors were examined (i.e. to students victims the most frequent motive for aggressions was violent play). It was also shown that the most common modality of violent behaviors, according to victimized students, was name calling. Consequences to aggressive behaviors by students were also indentified, and the most frequent alternative in this regard was nothing happened . In general, students pointed out that the higher risk school did not differentiate from the intermediate risk school or from the minor risk school, although the minor risk school was more associated with violence than the intermediate risk school. According to staff, the higher risk school was more violent, followed by the intermediate school. The higher risk school was more associated with substance abuse by students, the existence of gangs, drug dealing, and possession of weapons. Staff considered relevant to prevent violence in the schools, but only the higher risk school employees declared it to be more important than other objectives. Psychologists and police officers, followed by parents, were the most frequent sources indentified in terms of involvement with school violence prevention programs. In conclusion, the present study was able to characterize how school violence presents itself, and to investigate contributing variables to the problem. Nevertheless, it is important to replicate the study, and to perform other steps in terms of validation of the instrument, as well as covering the aspects needed for intervention studies, in accordance with the literature.eng
dc.description.sponsorshipUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectViolência escolarpor
dc.subjectBullyingpor
dc.subjectPrevenção à violênciapor
dc.subjectViolenceeng
dc.subjectSchool violenceeng
dc.subjectSchool violence preventioneng
dc.titleViolência em escolas com características de risco contrastantespor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Williams, Lúcia Cavalcanti de Albuquerque
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6962646759651464por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4721496386444127por
dc.description.resumoO contexto escolar foi apontado como favorável para a realização de prevenção de violência. Contudo, estudos brasileiros apontaram a existência de violência em escolas, ainda que com instrumentos não validados e, em sua maioria, sem seguirem todos os preceitos científicos. Além disso, não deliberadamente avaliaram escolas com diferentes graus de risco para a violência e poucas investigaram fatores contribuintes. Essa dissertação se divide em dois estudos. O estudo 1 teve como objetivos: (a) criar e realizar a validação aparente de um instrumento que avaliasse violência escolar e (b) criar e aplicar em teste piloto um instrumento que investigasse a percepção de funcionários sobre um programa de prevenção de violência escolar. O estudo 2 caracterizou a violência vivenciada em três escolas com indicadores de risco diferenciados, de acordo com múltiplos informantes, e investigou percepções de funcionários sobre prevenção de violência escolar, tendo utilizado dos instrumentos desenvolvidos no estudo 1. Participaram da pesquisa 706 alunos, de 5ª. a 8ª. séries, 88 funcionários de três escolas públicas da cidade de Curitiba e seis pesquisadores da área de violência. Os instrumentos foram eficientes e tiveram boa aceitação do público-alvo, foram altos os índices de violência na escola independentemente do risco a que a escola estivesse exposta. Delinearam-se condições antecedentes a comportamentos agressivos (por exemplo, os alunos vítimas referiram que o motivo mais freqüentemente para as agressões foram brincadeiras violentas). Revelou-se, também, a topografia dos comportamentos violentos, por exemplo, para os alunos vítimas a forma de vitimização mais comum foi xingamentos e/ou apelidos. Aludiu-se, também, condições conseqüentes aos comportamentos agressivos dos alunos, como a alternativa nada aconteceu ser a mais assinalada. Em geral, os alunos apontaram que a escola mais exposta a riscos (Escola MAR) não se diferenciou da escola exposta a risco intermediário (Escola INR) e da menor risco (Escola MER), porém a Escola MER foi mais violenta que a INR. Para os funcionários, a escola MAR foi a mais violenta, seguida pela INR e esta pela MER, sendo que a escola MAR estava mais relacionada ao abuso de substâncias por alunos, gangues, tráfico de drogas e porte de armas. Os funcionários consideraram relevante prevenir violência, porém somente na escola MAR este objetivo foi mais importante que outros. Nas três escolas, profissionais que são de fora da escola, seguido pelos pais, foram os mais citados como quem deveria realizar prevenção. Em conclusão, o estudo traçou um panorama da violência escolar e investigou variáveis contribuintes, porém seria importante replicá-lo, realizando outras etapas da validação dos instrumentos e abordando os aspectos percebidos em estudos de intervenção.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educação Especialpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAO::EDUCACAO ESPECIALpor


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