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dc.creatorZanni, Karina Piccin
dc.date.accessioned2016-06-02T19:46:11Z
dc.date.available2010-04-15
dc.date.available2016-06-02T19:46:11Z
dc.date.issued2010-02-24
dc.identifier.citationZANNI, Karina Piccin. Crenças e atitudes sobre epilepsia infantil adaptação transcultural do instrumento the epilepsy beliefs and attitudes scale. 2010. 309 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2010.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/3054
dc.description.abstractThe childhood epilepsy is a chronic neurological disorder, most common in childhood, associated with profound psychosocial limitations in daily life in epileptic children. These limitations may be related to the characteristics of the disease as the age of onset, severity and type of epilepsy and the lack of information that is still as one of the factors that most contribute to the stigma and discrimination. The association between the variables of epilepsy and the presence of wrong beliefs can lead to decreased academic performance and the presence of problems of psychosocial adjustment. This study aimed to identify and compare beliefs about epilepsy in parents and teachers of epileptic children and to verify the insertion of these children in regular schools and special. To achieve the purposes of this research were carried out two studies: Study 1 aimed to complete the process of transcultural adaptation of the instrument The Epilepsy Beliefs and Attitudes Scale (EBAS) - Adult Version and submit a version in Portuguese for use in Brazil and Study 2 aimed to investigate the number of epileptic children who attended regular schools and special cities involved in the research, compare the school attendance among children with epilepsy and children with typical development or other chronic diseases, identifying variables of epilepsy related to type of school that children attend, in addition to compare the beliefs of parents and teachers of children with epilepsy. Participated in Study 1, 17 toplevel professionals who have made the conceptual, of items, operational and semantics equivalence, and 545 adults who answered the Brazilian version of EBAS - Adult Version whose answers were considered to analyze the psychometric characteristics of the instrument including Alpha Cronbach's, factor analysis and test-retest reliability. The results showed that the concepts learned by the instrument were considered relevant to our culture and its items as appropriate to their ability to represent these concepts in the target population, and provide good semantic equivalence between the final version in Portuguese and original. The index of consistency for the overall scale was 0.89, the factorial analysis confirmed the original structure with three subscales (neurological, metaphysics and environmental/psychophysics) and test-retest showed that the instrument is reliable. Were participants of Study 2, 205 people, with 91 children aged between 7 and 14 years, 56 parents and 56 teachers, and 2 teenagers involved with the pre-test. Seven instruments were used to collect data: 1) Data sheets of identification and characterization of the family, the child and the teacher; 2) Brazil Criterion of Economic Classification 2008; 3) Classification of Engel; 4) Data sheet to record the frequency the school year; 5) Brazilian Version of EBAS - Adult Version. The data obtained by means of the instruments were analyzed descriptively and compared, using the Statistic Software Minitab - Version 12.1, using the Student t test, Mann-Whitney, chi-square and logistic regression. The results showed that children from special schools when compared to children from regular schools had severe disease and higher frequency of crises, beginning early and duration of epilepsy, and consume a greater number of medicines and make school attendance lower. Logistic regression analysis showed that age of onset and severity of illness, number of drugs used and the presence of comorbidities were related to the type of school that children attend. No differences were found statistically significant between the beliefs of parents and teachers, though both have made more inappropriate beliefs and attitudes than adequate to the epileptic child. It is concluded that this study helped to identify issues related to the processes of inclusion of children with epilepsy, identifying difficulties and limitations that interfere with the schooling of these students as well as the choice of attending school.eng
dc.description.sponsorshipFinanciadora de Estudos e Projetos
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de São Carlospor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEstudantes com necessidades educacionais especiaispor
dc.subjectEpilepsia nas criançaspor
dc.subjectAtitudespor
dc.subjectAdaptação transculturalpor
dc.subjectEpilepsyeng
dc.subjectCross cultural adaptationeng
dc.subjectThe Epilepsy Beliefs and Attitudes Scale (EBAS) - Adult Versioneng
dc.subjectChildreneng
dc.subjectSchooleng
dc.titleCrenças e atitudes sobre epilepsia infantil adaptação transcultural do instrumento the epilepsy beliefs and attitudes scalepor
dc.typeDissertaçãopor
dc.contributor.advisor1Matsukura, Thelma Simões
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2301401745605695por
dc.description.resumoA epilepsia infantil é uma afecção neurológica crônica, muito comum na infância, associada a limitações psicossociais profundas na vida diária da criança epiléptica. Estas limitações podem estar ligadas às características da própria doença como a idade de início, a gravidade e o tipo da epilepsia e à falta de informação que ainda se constitui como um dos fatores que mais contribui para o estigma e a discriminação. A associação entre as variáveis da epilepsia e a presença de crenças inadequadas pode levar a diminuição do rendimento acadêmico bem como a presença de problemas de ajustamento psicossocial. Dessa forma, o presente estudo teve como objetivos identificar e comparar as crenças sobre epilepsia de pais e professores de crianças epilépticas e verificar a inserção dessas crianças em escolas regulares e especiais. Para atingir os propósitos dessa pesquisa foram realizados dois estudos: o Estudo 1 que teve como objetivo realizar o processo de adaptação transcultural do instrumento The Epilepsy Beliefs and Attitudes Scale (EBAS) Adult Version e apresentar uma versão em português para uso no Brasil e o Estudo 2 visando investigar o número de crianças epilépticas que freqüentavam escolas regulares e especiais nos municípios envolvidos na pesquisa; comparar a freqüência escolar entre crianças com epilepsia e crianças com desenvolvimento típico ou outras doenças crônicas; identificar variáveis da epilepsia ligadas ao tipo de escola que as crianças freqüentavam e comparar as crenças de pais e professores das crianças com epilepsia. Participaram do Estudo 1, 17 profissionais de nível superior que realizaram a equivalência conceitual, de itens, semântica e operacional, além de 545 adultos que responderam a versão brasileira da EBAS Adult Version cujas respostas foram consideradas para a análise das características psicométricas do instrumento incluindo Alfa de Cronbach, análise fatorial e confiabilidade teste-reteste. Os resultados mostraram que os conceitos apreendidos pelo instrumento foram considerados pertinentes à nossa cultura e seus itens adequados quanto à sua capacidade de representar tais conceitos na população-alvo, além de apresentar boa equivalência semântica entre a versão final em português e o original. O índice de consistência interna para a escala geral foi de 0,89, a análise fatorial confirmou a estrutura original com três subescalas (neurológica, metafísica e ambiental/psicofísica) e o teste-reteste mostrou que o instrumento é confiável. Foram participantes do Estudo 2, 205 pessoas, sendo 91 crianças com idade entre 7 e 14 anos, 56 pais e 56 professores, além de 2 adolescentes envolvidas com o pré-teste. Utilizaram-se para a coleta de dados sete instrumentos: 1) Formulários de identificação e caracterização da família, da criança e do professor; 2) Critério de Classificação Econômica Brasil 2008; 3) Classificação de Engel; 4) Formulário para registro de freqüência às aulas; 5) Versão brasileira da EBAS Adult Version. Os dados obtidos por meio dos instrumentos foram analisados descritiva e comparativamente, utilizando-se o Software Estatístico Minitab Versão 12.1, por meio dos testes t de Student, Mann-Whitney, qui-quadrado, além de regressão logística. Os resultados mostraram que as crianças das escolas especiais quando comparadas às crianças das escolas regulares apresentavam gravidade da doença e freqüência de crises mais elevadas, a epilepsia iniciava-se mais cedo e portanto sua duração era mais longa, além de consumirem número maior de medicamentos e apresentarem freqüência escolar menor. A análise de regressão logística mostrou que as variáveis idade de início e gravidade da epilepsia, número de medicamentos utilizados e presença de comorbidades estavam relacionadas ao tipo de escola que as crianças deste estudo freqüentavam. Não foram detectadas diferenças estaticamente significativas entre as crenças de pais e professores, embora ambos tenham apresentados mais crenças e atitudes inadequadas do que adequadas perante a epilepsia infantil. Conclui-se que esta pesquisa permitiu a disponibilização de um instrumento voltado a detecção de crenças e atitudes sobre epilepsia infantil e contribuiu para a identificação de questões ligadas ao processo de escolarização de crianças com epilepsia.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFSCarpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Educação Especialpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAO::EDUCACAO ESPECIALpor


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